Desemprego e flexibilidade de salários em um contexto evolucionário

Autores

  • Jorge Eduardo de Castro Soromenho Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade. Departamento de Economia
  • Jaylson Jair da Silveira Universidade Federal de Santa Catarina; Departamento de Ciências Econômicas

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0101-41612011000200003

Palavras-chave:

modelo keynesiano, desemprego, jogos evolucionários

Resumo

Neste artigo apresentamos um modelo de jogo evolucionário, por meio do qual discutimos as relações entre flexibilidade de salários e desemprego, em uma economia com barganhas salariais descentralizadas. As estratégias dos trabalhadores consistem em um número finito, porém arbitrariamente grande, salários nominais, e as firmas escolhem os níveis de emprego maximizadores de lucros. Mostramos que: 1) o modelo comporta múltiplos equilíbrios com homogeneidade de salários nominais (de estratégia pura) e com heterogeneidade de salários nominais (de estratégia mista); 2) o equilíbrio de médio prazo é selecionado por um processo de aprendizagem social, representado como uma dinâmica replicadora; e 3) conceber a variação dos salários nominais como um processo evolucionário, no qual os trabalhadores procuram a melhor estratégia, implica que a economia não tende necessariamente ao pleno emprego.

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Referências

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Publicado

30-06-2011

Edição

Seção

Não definida

Como Citar

Soromenho, J. E. de C., & Silveira, J. J. da. (2011). Desemprego e flexibilidade de salários em um contexto evolucionário. Estudos Econômicos (São Paulo), 41(2), 269-296. https://doi.org/10.1590/S0101-41612011000200003