Time poverty in Brazil: measurement and analysis of its determinants
DOI:
https://doi.org/10.1590/S0101-41612012000200003Palavras-chave:
Pobreza de tempo, Bem-estar, Alocação de tempoResumo
Este artigo analisa, a nível individual, o bem-estar, através da alocação de horas trabalhadas de adultos e crianças, mensurando-se a pobreza de tempo para o Brasil. Neste sentido, indicadores de pobreza de renda da classe Foster, Greer e Thorbecke (FGT) são adaptados para medir a pobreza de tempo. Além disso, uma análise dos seus determinantes também é realizada. Entre outros resultados do artigo, as mulheres (crianças ou adultas) são mais pobres de tempo, seja na área urbana ou rural. Outro resultado preocupante é a alta proporção de pobreza de tempo das crianças na ordem de 16,1%, não muito distante da população adulta que é de 19,7%. O perfil de pobre de tempo é de mulher adulta, de cor negra e com baixa escolaridade, não necessariamente pobre de renda, e residente na área urbana da região nordeste, morando em domicílio com poucas pessoas e mãe de filhos com menos de 14 anos de idade.
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Atualizado em 30/01/2026