Mortalidade entre brancos e negros no Rio de Janeiro após a abolição
DOI:
https://doi.org/10.1590/0101-416146266tazPalavras-chave:
Taxas de mortalidade, Mills-Reincke, Desigualdade EconômicaResumo
O objetivo desse artigo é analisar a diferença de mortalidade entre brancos e negros no Rio de Janeiro durante os primeiros anos da República brasileira. Utilizam-se dados de mortalidade de doenças relacionadas a condições precárias de moradia e acesso a infraestrutura como um indicador de desigualdade econômica. Apesar do Rio de Janeiro possuir taxas de mortalidade declinantes durante o início do século XX, não ocorreu convergência entre a população branca e negra. Além disso, a análise quantitativa apresenta evidências que doenças que afetavam mais a população pobre, como a tuberculose, aumentavam indiretamente a probabilidade de morte por outras doenças, fenômeno conhecido como Mills-Reincke. Isso sugere que a taxa de mortalidade para a população não branca pode ter sido previamente subestimada.
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Direitos autorais (c) 2016 Thales Augusto Zamberlan Pereira

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Atualizado em 30/01/2026