QUAESTIO DE INFINITO. EL PROBLEMA DE LA TEMPORALIDAD EN LA CARTA 12 A MEYER
DOI :
https://doi.org/10.11606/issn.2447-9012.espinosa.2018.148298Mots-clés :
Ciência, Infinito, Duração, Tempo, Divisibilidade, DescontinuidadeRésumé
Na carta 12 de sua correspondência, Spinoza expõe sua concepção do infinito atual. Nesse contexto, ele desenvolve certos aspectos de sua ontologia de imanência, assim como o significado que para ele tem os conceitos de eternidade, duração e tempo. Este texto torna-se então central para qualquer estudioso da questão da temporalidade em Spinoza. Nosso autor distancia-se da perspectiva cartesiana que, na mesma questão, expôs —não sem críticas— nos Princípios da Filosofia do Descartes e nos Pensamentos Metafísicos, ambos publicados em 1663. Neste artigo nós propomos estudar a distinção entre duração e tempo, para sublinhar a perspectiva propriamente spinozista da letra 12, e assim mostrar o significado que para Spinoza tem esses conceitos no contexto de uma discussão científica sobre o infinito atual.
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