Política de ética e uso de IA
Política de ética
A Estudos Semióticos subscreve as recomendações do Código de Boas Práticas Científicas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). Nossas práticas editoriais orientam-se pelos princípios da transparência, da isenção, do sigilo, do respeito à diversidade e do combate à falsificação, à pirataria e ao plágio, como previsto no Code of Conduct for Journal Editors, do Committee on Publication Ethics (COPE), e no White Paper on Publication Ethics, do Council of Science Editors (CSE).
Resolução de conflitos de interesse e violações éticas
Os editores tomarão as medidas necessárias para identificar e prevenir a publicação de artigos onde ocorra má conduta de pesquisa ou violações éticas, incluindo plágio, manipulação de citações e falsificação / fabricação de dados, ausência de autorizações pertinentes, discriminação, entre outros. As situações e alegações que chegarem ao conhecimento de editores e avaliadores serão levadas ao Comitê Editorial, que tomará as providências cabíveis.
Política de Integridade e Prevenção do Plágio
Como parte das ações de valorização da integridade acadêmica e de prevenção do plágio nas publicações credenciadas do Portal de revistas da USP, a revista Estudos Semióticos adota o serviço de identificação de similaridade de textos utilizando como base a plataforma Turnitin, implantada na Universidade de São Paulo desde fevereiro de 2017. Os serviços são oferecidos pelo Sistema Integrado de Bibliotecas em parceria com a Pró-Reitoria de Pós-Graduação (OriginalityCheck) e Pró-Reitoria de Graduação (FeedBack Studio) e Reitoria (Similarity Check – iThenticate) para editores de Revistas da USP.
Política de uso de Inteligência Artificial
Ciente dos desafios que o recente desenvolvimento da Inteligência Artificial traz ao mundo da pesquisa e a sua difusão, a Estudos Semióticos adota princípios básicos para sua utilização responsável e transparente no material que divulga. Tais princípios pautam-se nas recomendações da Resolução 01/2025 sobre ética e integridade na publicação científica do Fórum de Editores de Periódicos da ANPOLL (Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Letras e Linguística), as quais dialogam com as diretrizes preconizadas pelo CNPq, pela CAPES e pelo Committee on Publication Ethics (COPE).
Deveres dos autores ao utilizar Inteligência Artificial Generativa:
- Declarar explicitamente o uso de tal ferramenta no momento da submissão, indicando finalidade, ferramenta utilizada, versão e extensão do uso (ex.: revisão de redação, tradução, análise de dados, geração de imagens, etc.);
- Verificar o conteúdo gerado pela ferramenta quanto à exatidão, originalidade e ausência de plágio, assumindo inteira responsabilidade pelo conteúdo final;
- Não listar inteligência artificial generativa como coautora;
- Não utilizar inteligência artificial generativa para gerar conteúdo que reproduza obras ou vozes de terceiros sem autorização (respeito ao copyright);
- Não utilizar inteligência artificial generativa para manipulação de dados, fabricação de resultados ou criação de textos que induzam à desinformação;
- Esclarecer se a inteligência artificial generativa foi usada em entrevistas, transcrições, traduções ou análise de fala de sujeitos da pesquisa, garantindo que os direitos desses sujeitos tenham sido respeitados.
Deveres dos avaliadores quanto à Inteligência Artificial Generativa:
- Dedicar a cada trabalho recebido uma avaliação específica; não delegar à IA seu parecer crítico e fundamentado sobre o manuscrito.
Deveres dos editores quanto à Inteligência Artificial Generativa:
- Estabelecer políticas claras sobre o uso de inteligência artificial generativa por autores e pareceristas, exigindo transparência total sobre o uso de tais ferramentas por parte de uns e de outros;
- Recusar manuscritos que utilizem inteligência artificial generativa de forma não declarada, irresponsável ou eticamente questionável;
- Atentar para que o uso de IA não reforce atitudes de preconceito ou intolerância diante deste ou daquele grupo social.
Uso de inteligência artificial generativa em traduções e revisões de texto:
- Quando se servir de ferramentas de IA, o autor deve revisar cuidadosamente o texto, assegurando fidelidade ao conteúdo original, legibilidade na língua-alvo e adequação à esfera acadêmica;
- O autor também deve assumir completa responsabilidade pelo conteúdo da versão final.