Los cortes en la piel como pedido de auxilio: una lectura psicoanalítica

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v31i1p60-69

Palabras clave:

autolesión, adolescencia, psicoanálisis

Resumen

El artículo analiza la autolesión en adolescentes como un intento de aliviar los excesos pulsionales y el sufrimiento no simbolizado. Basado en Freud, Winnicott y Anzieu, concibe la piel como frontera entre el yo y el mundo, superficie de inscripción del trauma y del dolor. El corte, lejos de ser un acto meramente destructivo, se interpreta como un pedido y una tentativa de supervivencia psíquica, un grito silencioso que transforma la angustia difusa en dolor localizado. Aunque precaria, la autolesión representa una búsqueda de sentido, una comunicación de lo indecible y un esfuerzo por contener el colapso subjetivo a través del cuerpo.

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Biografía del autor/a

  • Cintia Coelho Galvão, Hospital da Polícia Militar de Minas Gerais

    Psicóloga. Mestra em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas). Gerente de Psicologia Hospitalar do Hospital da Polícia Militar de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil. 

  • Jacqueline de Oliveira Moreira, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais

    Psicanalista. Professora na Pós-Graduação em Psicologia da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), membro da Câmara de Ciências Humanas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), Belo Horizonte, MG, Brasil.

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Publicado

2026-04-30

Número

Sección

Artículos

Cómo citar

Galvão, C. C., & Moreira, J. de O. (2026). Los cortes en la piel como pedido de auxilio: una lectura psicoanalítica. Estilos De La Clínica. Revista Sobre Las Vicisitudes De La Infancia, 31(1), 60-69. https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v31i1p60-69