El malestar en la Justicia: entre la exigencia y el deseo
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v30i2p354-363Palabras clave:
conflicto, deseo, familia, infancia, justiciaResumen
Este artículo aborda el aporte del Psicoanálisis a la Justicia. Se analizan los conflictos familiares, concretamente el lugar del niño ante el malestar de los padres. Estas familias viven vínculos parentales judicializados, en los que la palabra se desgasta. Se presentan impases en la posición subjetiva de los padres, que agravan los conflictos. Los hijos son sometidos a los restos conyugales de sus padres, convirtiéndose en objetos de esta dinámica familiar. Las familias han tenido dificultades para gestionar sus actividades parentales a través de la autoridad, permitiendo que sus hijos decidan. Se sabe que no corresponde al Tribunal instituir las funciones parentales, sin embargo, a través del Psicoanálisis es posible tocar la singularidad de estos temas. El objetivo es identificar y dar consistencia al deseo que subyace a las diversas demandas que llegan, surgidas del sujeto inconsciente en consonancia con el sujeto de derechos.
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