Relaciones de doble vínculos y la experiencia de la negación en la familia
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v30i2p232-244Palabras clave:
doble vínculo, negación, psicoterapia familiar, trauma psíquicoResumen
La psicoterapia familiar en casos de violencia revela que los vínculos afectivos a menudo moldean la dinámica familiar y la comunicación en torno a lo trágico y lo traumático. Este estudio pretende investigar el concepto de doble vínculo, propuesto por Gregory Bateson (1956), presente en la infancia, y las nociones de trauma y negación desarrolladas por Sándor Ferenczi (1933/1992). El enfoque articula las teorías psicoanalíticas y sistémicas, explorando las complementariedades y respetando sus diferencias. La comprensión de las relaciones familiares dañinas se convierte en una herramienta esencial en la gestión de los casos, ya que la clínica ofrece un espacio privilegiado para el reconocimiento y la simbolización del trauma.
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