Infancia(s) en Brasil e institucionalización: entre el objeto fálico y el objeto de la Ley
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v31i2p153-168Palabras clave:
acogimiento institucional, psicoanálisis, constitución subjetiva, infanciaResumen
Este artículo tiene como objetivo investigar la influencia de los fenómenos sociales en la constitución subjetiva de los niños en acogimiento institucional. Para ello, se realizó una investigación teórica basada en una revisión bibliográfica dentro del marco psicoanalítico. El estudio analizó las diferentes concepciones de la infancia en Brasil, destacando la transición histórica de las políticas públicas de protección desde el Código de Menores hasta el Estatuto del Niño y del Adolescente. Se resalta la persistencia de una política de institucionalización de la infancia pobre, basada en una lógica de control estatal, y se propone una perspectiva crítica sobre la aplicación de las leyes relacionadas con esta política. En este contexto, se discute el lugar del niño institucionalizado en el imaginario social brasileño, entendiéndolo como un lugar marginal en la sociedad, y se analizan las repercusiones subjetivas de ocupar este lugar.
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Eu, Rinaldo Voltolini, concedo à revista o direito de primeira publicação e declaro que o artigo intitulado Sobre uma política de acolhimento de professores em situação de inclusão, apresentado para publicação na revista Estilos da Clínica, não foi publicado ou apresentado para avaliação e publicação em nenhuma outra revista ou livro, sendo, portanto, original.