Infancia(s) en Brasil e institucionalización: entre el objeto fálico y el objeto de la Ley

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v31i2p153-168

Palabras clave:

acogimiento institucional, psicoanálisis, constitución subjetiva, infancia

Resumen

Este artículo tiene como objetivo investigar la influencia de los fenómenos sociales en la constitución subjetiva de los niños en acogimiento institucional. Para ello, se realizó una investigación teórica basada en una revisión bibliográfica dentro del marco psicoanalítico. El estudio analizó las diferentes concepciones de la infancia en Brasil, destacando la transición histórica de las políticas públicas de protección desde el Código de Menores hasta el Estatuto del Niño y del Adolescente. Se resalta la persistencia de una política de institucionalización de la infancia pobre, basada en una lógica de control estatal, y se propone una perspectiva crítica sobre la aplicación de las leyes relacionadas con esta política. En este contexto, se discute el lugar del niño institucionalizado en el imaginario social brasileño, entendiéndolo como un lugar marginal en la sociedad, y se analizan las repercusiones subjetivas de ocupar este lugar.

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Biografía del autor/a

  • Catarina Guimarães, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

    Psicóloga formada pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), São Paulo, SP, Brasil.

  • Camila Santos Lima Fonteles, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

    Professora do curso de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), São Paulo, SP, Brasil.

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Publicado

2026-08-30

Número

Sección

Artículos

Cómo citar

Guimarães, C., & Fonteles, C. S. L. (2026). Infancia(s) en Brasil e institucionalización: entre el objeto fálico y el objeto de la Ley. Estilos De La Clínica. Revista Sobre Las Vicisitudes De La Infancia, 31(2), 153-168. https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v31i2p153-168