Parentalidad y el papel del consejo tutelar: un análisis psicoanalítico de los aspectos legales y morales
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v31i1p%25pPalabras clave:
parentalidad, transmisión psíquica, función materna, función paterna, derechos de la infancia y adolescenciaResumen
El presente artículo discute las tensiones entre la perspectiva jurídica, que busca estandarizar la parentalidad, y el enfoque psicoanalítico, que la comprende como un proceso contingente y singular de transmisión simbólica. A través de un análisis documental y una revisión teórica en psicoanálisis, se cuestiona por qué la parentalidad ha sido cada vez más regulada por dispositivos legales que definen los deberes familiares y las atribuciones de los órganos competentes en la protección de niños y adolescentes. Se argumenta que los agentes responsables de garantizar los derechos de estos niños, adolescentes y sus familias, frecuentemente reproducen exclusiones sociales, criminalizando a las familias bajo la justificación de no cumplir con sus deberes parentales. Así, se defiende que la aplicación de la ECA por los órganos legales debe trascender una lógica punitivista, y se propone la escucha psicoanalítica como una forma de superar la culpabilización de los grupos históricamente marginados.
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