Transferencia subjetal: una experiencia en un grupo terapéutico en el contexto institucional
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v31i1p%25pPalabras clave:
grupo terapêutico, transferencia subjetal, psicoanálisisResumen
El artículo analiza la transferencia subjetal a partir de una experiencia en un grupo terapéutico infantil en el Centro de Pesquisa em Psicanálise e Linguagem (CPPL). A diferencia de la transferencia clásica, la subjetal implica la repetición de posiciones subjetivas no simbolizadas, en las que el terapeuta encarna afectos y conflictos vinculados a la historia familiar del paciente. A partir de un caso clínico, se observa cómo estas dinámicas impactan al equipo terapéutico, exigiendo una elaboración colectiva. En este contexto, se destaca el modelo de doble marco institucional, fundamental para sostener el trabajo clínico, ya que posibilita una escucha más amplia de las resonancias transferenciales. El estudio subraya la importancia de los grupos terapéuticos como dispositivos que visibilizan estas experiencias y refuerza el papel de la institución como espacio de contención, análisis y transformación de los efectos subjetales que atraviesan a los profesionales involucrados.
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