El Colectivo: un dispositivo innovador en la atención psicosocial infantojuvenil
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v31i1p%25pPalabras clave:
procesos de grupo, salud mental, servicios de salud mental, servicios comunitarios de salud mental, intervención psicosocialResumen
La salud mental de niños, niñas y adolescentes aún ocupa un lugar frágil en el proceso de reforma psiquiátrica brasileña, con baja cobertura y desafíos en los modelos de atención. Este estudio investigó cómo el Colectivo de un CAPSi (Centro de Atención Psicosocial Infantojuvenil) del Distrito Federal opera como un dispositivo micropolítico, produciendo un cuidado inventivo y promotor de autonomía, en consonancia con los principios de la reforma psiquiátrica y del movimiento antimanicomial. Basado en los enfoques institucionalistas y utilizando la cartografía como metodología, se analizaron portafolios, diarios de campo y entrevistas. Los analizadores —encuentro, movimiento y lo inesperado— evidenciaron la centralidad del territorio y de la ciudad en la producción del cuidado. La intersectorialidad, la interprofesionalidad y la cogestión sustentan una clínica ampliada. La innovación reside menos en la técnica y más en el compromiso colectivo con prácticas ético-políticas en constante reinvención.
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