La atención psicoanalítica al bebé con riesgo de autismo y de otras psicopatogías graves. Una clínica de antecipación del sujeto
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v11i21p150-169Palabras clave:
Psicoanálisis, Bebé, Riesgo de autismo, Psicosis no decididas de la infancia, DebilidadResumen
Este trabajo articuló subsidios teórico-clínicos que sustentan el psicoanálisis aplicado a bebés en situación de riesgo psíquico (autismo y otras psicopatologías graves). Este riesgo se configura a través de señales de dificultades en el establecimiento de una relación con su agente maternante que esté restringiendo la singularización subjetiva. Hay un asentimiento entre profesionales de varias profesiones que tratan del niño autista en considerar que tanto más precoz iniciamos la atención en estos casos, mejor la evolución. La medicina explica el hecho por la mayor neuroplasticidad cerebral. ¿Cómo el psicoanálisis puede explicarlo, si el tiempo para el psicoanálisis es lógico y no cronológico?Descargas
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Eu, Rinaldo Voltolini, concedo à revista o direito de primeira publicação e declaro que o artigo intitulado Sobre uma política de acolhimento de professores em situação de inclusão, apresentado para publicação na revista Estilos da Clínica, não foi publicado ou apresentado para avaliação e publicação em nenhuma outra revista ou livro, sendo, portanto, original.