Notes pour une discussion sur le diagnostic différentiel entre l’autisme et la psychose dans l’enfance

Auteurs

DOI :

https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v30iespecialp%25p

Mots-clés :

psychose, autisme, structure, diagnostic différentiel, clinique psychanalytique

Résumé

L’objectif de cet article est de contribuer avec des notes théoriques et cliniques au traitement psychanalytique des enfants psychotiques et autistes, en considérant leurs principales différences. Des éléments comparatifs pour un diagnostic différentiel sont présentés : la position transférentielle, la place de l’Autre, l’image corporelle, la relation avec l’objet. Des hypothèses sont présentées sur les mécanismes structurels de chaque tableau clinique, pour soutenir l’orientation du traitement, en précisant le travail avec les enfants et leurs parents. Enfin, les spécificités du travail d’inclusion scolaire sont abordées dans chaque cas, en mettant l’accent sur le rôle de l’écriture. Il conclut en soulignant l’importance de tenir compte des différences entre ces deux cliniques dans le travail clinique et éducatif.

Téléchargements

Les données relatives au téléchargement ne sont pas encore disponibles.

Biographie de l'auteur

  • Leda Mariza Fischer Bernardino, Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Faculdade de Psicologia

    Psicanalista. Professora titular aposentada da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. 

Références

Aulagnier, P. (1991). Observações sobre a estrutura psicótica. In C. Katz (Org.), Psicose: uma leitura psicanalítica (pp. 51-74). São Paulo: Escuta.

Belfi, L. B.; Lucero, A. (2021). Psicose infantil e desejo materno a partir da topologia do nó borromeano. Estilos da Clínica, 26(3), 536-547. https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v26i3p536-547

Bernardino, L. M. F. (2001). A clínica das psicoses na infância: impasses e invenções. Estilos da Clinica, 6(11), 82-91. https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v6i11p82-91

Bernardino, L.M.F. (2004). As psicoses não decididas da infância: um estudo psicanalítico.São Paulo: Casa do Psicólogo.

Bernardino, L.M.F. (2006). Ética e estética na clínica psicanalítica com bebês. In R. Melgaço, A ética na atenção ao bebê: psicanálise – saúde – educação (pp. 79-87). São Paulo: Casa do Psicólogo.

Bernardino, L.M.F. (2007). A intervenção psicanalítica nas psicoses não-decididas da infância. Comissão de Aperiódicos da Associação Psicanalítica de Porto Alegre, Psicose: aberturas da clínica (pp. 54-66). Porto Alegre: APPOA, Libretos.

Bernardino, L. M. F. (2015). A importância da escrita na clínica do autismo . Estilos da Clinica, 20(3), 504-519. https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v20i3p504-519

Bernardino, L.M.F. (2017) O papel fundamental da escrita na educação inclusiva. In Kupfer, M.C.; Patto, M.H.S. & Voltolini, R. Práticas inclusivas em escolas transformadoras: acolhendo o aluno-sujeito (pp. 91-108). São Paulo: Escuta/FAPESP.

Bernardino, L. M. F. (2020). A função do semelhante na escola inclusiva. In M. E. Pesaro, M. C. Kupfer & J. Davini. Práticas inclusivas II: desafios para o ensino e a aprendizagem do aluno-sujeito (pp. 91-102). São Paulo: Escuta/Fapesp.

Bernardino, L.M.F. (2022). Nem tudo é autismo: o sofrimento psíquico na primeira infância. L.M.F. Bernardino (Org.), Infâncias em tempos distópicos: o que pode a psicanálise? (pp. 127-148). Salvador (BA): Ágalma.

Bialer, M. (2015). Literatura de autistas: uma leitura psicanalítica. Curitiba: Editora CRV.

Bialer, M. (2017). Autobiografias no autismo. São Paulo: Taurus.

Bick E. (1988). A experiência da pele em relações de objeto arcaicos. In E. Spillius, Melanie Klein hoje (v. 1, pp. 194-198). Rio de Janeiro: Imago.

Cullère-Crespin, G. (2010). Discussão da evolução de uma síndrome autística tratada em termos de estruturação psíquica e de acesso à complexidade. Psicologia Argumento, 28(61), 159-166. Recuperado de https://periodicos.pucpr.br/psicologiaargumento/article/view/19877

Dunker, C.I.L. (2011). Diagnóstica. In C.I.L. Dunker, Estrutura e constituição da clínica psicanalítica. (pp 456-468). São Paulo: Zagodoni.

Dunker, C. I.L. (2013). A psicose na criança: tempo, linguagem e sujeito. São Paulo: Zagodoni.

Fonseca, P. F., Lacet, C.; Baroukh, J. A. (2022). A função do semelhante: o que só uma criança pode fazer pela outra? In M. C. Kupfer e L. F. Bernardino (Orgs.), APEGI Acompanhamento Psicanalítico de crianças em escolas, grupos e instituições: Um instrumento para o trabalho

com a criança-sujeito (pp. 181-197). São Paulo: Escuta/FAPESP.

Freud, S. (1972). Rascunho M2. In: Publicações pré-psicanalíticas. Obras completas, ESB, vol. III. Rio de Janeiro, Imago. (Trabalho original publicado em 1897).

Freud, S. (1977). Projeto para uma psicologia científica. In: Publicações pré-psicanalíticas e esboços inéditos (pp. 403-66). Obras completas, ESB, vol. I. Rio de Janeiro: Imago (Trabalho original publicado em 1895).

Freud, S. (2010). Observações psicanalíticas sobre um caso de paranoia relatado em autobiografia (“O Caso Schreber”): artigos sobre técnica e outros textos (1911-1913), (pp. 13-107). Tradução de Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das Letras. (Trabalho original publicado em 1911).

Grandin, Temple (2017). O cérebro autista. São Paulo: Record.

Guedeney, A.; Jeammet, P. (2002). Depressões pós-natais e decisão de orientação terapêutica. In Correia-Filho, L.; Corrêa, M.E.; França, P.S. (Orgs.), Novos olhares sobre a gestação e a criança até os 3 anos: saúde perinatal, educação e desenvolvimento do bebê. Brasília: LGE.

Guedeney, A.; Dumond, C.; Grasso, F. & Starakis, N. (2004). Comportement de retrait relationnel du jeune enfant Du concept à l’outil diagnostique. Med Sci (Paris). 2004 November; 20(11), 1046–1049. https://doi.org/10.1051/medsci/200420111046

Jerusalinsky, A. (2010). Considerações preliminares a todo tratamento possível do autismo”. Psicologia Argumento, 28(61), 121-125. Recuperado de https://periodicos.pucpr.br/psicologiaargumento/article/view/19695

Klein M. (1991). Notas sobre alguns mecanismos esquizoides. In M. Klein, Inveja e gratidão e outros trabalhos 1946-1963 (pp. 17-43). Rio de Janeiro: Imago. (Trabalho original publicado em 1946).

Kupfer, M. C. (2017). Três destinos para o autismo. M. R. Pereira (Org.), Os sintomas na educação de hoje: o que fazemos com “isso”? (pp. 60-68) Belo Horizonte: Ed. Scriptum.

Kupfer, M. C. M. (2015). O impacto do autismo no mundo contemporâneo. In M. Kamers; R. M. M. Mariotto; R. Voltolini (Orgs), Por uma (nova) psicopatologia da infância e da adolescência. (pp.169-184). São Paulo: Escuta.

Kupfer, M.C.; Pesaro, M.E.; Bernardino, L.M.F. & Merletti, C.K.I. (2017). Estratégias de ação para práticas inclusivas. In: Kupfer, M.C.M.; Patto, M.H. & Voltolini, R. Práticas inclusivas em escolas transformadoras, acolhendo o aluno-sujeito (pp. 49-64). São Paulo: Escuta.

Lacan, J. (1985). O seminário: livro 3: as psicoses [1955-1956], Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor.

Lacan, J. (1986). Le séminaire de Jacques Lacan. Livre VII: l’éthique de la psychanalyse. Paris: Editions du Seuil.

Laznik, M.-C. (1997). Rumo à palavra. Três crianças autistas em psicanálise. São Paulo: Escuta.

Laznik, M.C. (2004a). Do fracasso da instauração da imagem do corpo ao fracasso da instauração do circuito pulsional. Quando a alienação faz falta. In M. C. Laznik, A voz da sereia: o autismo e os impasses na constituição do sujeito (pp. 49-68). Salvador (BA): Ágalma.

Laznik, M-C. (2004b,). Entre estereotipia e linguagem. In M.C. Laznik, A voz da sereia: o autismo e os impasses na constituição do sujeito (pp. 132-151). Salvador (BA): Ágalma,

Laznik, M. C. (2025). Psicanálise e genética: clínica de bebês com risco de autismo. São Paulo: Langage.

Lefort, Rosine & Robert (1984). O nascimento do Outro. Salvador (BA): Fator, 1984. (Trabalho original publicado em 1980).

Lefort, Rosine & Lefort, Robert (2017). A distinção do autismo. São Paulo: Ed. Relicário. (Trabalho original publicado em 2004).

Maleval, J-C (2015). Por que a hipótese de uma estrutura autística? Opção lacaniana online, 6(18). Recuperado de http://www.opcaolacaniana.com.br/pdf/numero_18/Por_que_a_hipotese_de_uma_estrutura_autistica.pdf

Maleval, J.C. (2017). O autista e a sua voz. São Paulo: Ed. Blücher.

Rassial, Jean-Jacques (2000). O sujeito em estado limite. Rio de Janeiro: Cia de Freud.

Sellin, Birger (1998). La solitude du déserteur. Un autiste raconte son combat pour rejoindre notre monde. Paris: Éditions Robert Laffont.

Soler, Colette (2007). Autismo e paranoia. In C. Soler, O inconsciente a céu aberto da psicose (pp. 63-80). Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.

Tiussi, C. C. (2018). Função do semelhante como fundamento do trabalho com crianças em grupos: uma contribuição para os estudos sobre o desenvolvimento psíquico. (Tese de Doutorado, Departamento Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano, Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil). Recuperado de https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47131/tde-31102018-185407/pt-br.php

Tustin, F. (1975). Autismo e psicose na infância. Rio de Janeiro: Imago.

Vorcaro, A. (1999). Crianças na psicanálise – clínica, instituição, laço social. RJ: Cia de Freud.

Téléchargements

Publiée

2025-12-24

Comment citer

Bernardino, L. M. F. (2025). Notes pour une discussion sur le diagnostic différentiel entre l’autisme et la psychose dans l’enfance. Styles De La Clinique. Revue Sur Les Vicissitudes De l’enfance, 30(especial), 4-17. https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v30iespecialp%p