Que croit un analyste lors de la première consultation avec un enfant et ses parents ?
DOI :
https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v30iespecialp%25pMots-clés :
croyance, savoir de l’analyste, sinthome, laïcité, métaphoreRésumé
Dans cet article, nous nous proposons d'analyser la dimension de la croyance de l'analyste, sa place et sa dynamique dans la direction de la cure. Partant de la construction lacanienne selon laquelle « la psychanalyse se trouve dans le traitement de la religiosité du symptôme ou de la névrose comme religion privée », nous développerons trois instances de la croyance de l'analyste – l'a priori de son écoute ; le savoir de l'analyste ; le sujet-supposé-savoir – afin d'envisager une laicité nécessaire qui implique l'analyste dans son travail. À cette fin, nous analyserons le cas d'un garçon dont les symptômes particuliers, qui ont motivé la consultation, se sont révélés être un sinthome du couple. L'orientation du traitement devrait donc viser la déconstruction de la croyance en ce sinthome qui concerne tout le monde – une déconstruction du même type que celle qui implique l'analyste dans sa fin d’analyse.
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Références
Guerin, N. (2019). Logique et poétique de l’interprétation psychanalytique : essai sur le sens blanc. ERES.
Lacan, J. (1969). O seminário, livro 16: De um Outro ao outro.
Lacan, J. (1967). O seminário, livro 14: A lógica do fantasma.
Sauret, M-J. (2023). De la politique et de la psychanalyse: pas sans l’amour, ERES.
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Eu, Rinaldo Voltolini, concedo à revista o direito de primeira publicação e declaro que o artigo intitulado Sobre uma política de acolhimento de professores em situação de inclusão, apresentado para publicação na revista Estilos da Clínica, não foi publicado ou apresentado para avaliação e publicação em nenhuma outra revista ou livro, sendo, portanto, original.