O Coletivo: um dispositivo inovador na atenção psicossocial infantojuvenil

Autori

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v31i1p%25p

Parole chiave:

processos grupais, saúde mental, serviços de saúde mental, serviços comunitários de saúde mental, intervenção psicossocial

Abstract

A saúde mental infantojuvenil ainda ocupa lugar frágil na reforma psiquiátrica brasileira, com baixa cobertura e desafios no modelo de cuidado. Este estudo investigou como o Coletivo de um CAPSi do Distrito Federal opera como dispositivo micropolítico, produzindo cuidado inventivo e promotor de autonomia, alinhado à reforma psiquiátrica e à luta antimanicomial. Com base nos movimentos institucionalistas e por meio da cartografia, foram analisados portfólios, diários de campo e entrevistas. Os analisadores encontro, movimento e inesperado evidenciaram a importância do território e da cidade na produção de cuidado. Intersetorialidade, interprofissionalidade e co-gestão sustentam uma clínica ampliada. A inovação reside menos na técnica e mais no compromisso coletivo com práticas ético-políticas em constante reinvenção.

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Biografie autore

  • Luciana Pelucio Ferreira, Universidade de Brasília

    Psicóloga. Mestre em Saúde Coletiva pela Universidade de Brasília (UnB), Brasília, DF, Brasil.

  • Dais Golçalves Rocha, Universidade de Brasília

    Professora Titular do Departamento de Saúde Coletiva da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília (UnB), Brasília, DF, Brasil.

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Pubblicato

2026-04-30

Fascicolo

Sezione

Artigos

Come citare

Ferreira, L. P., & Rocha, D. . G. (2026). O Coletivo: um dispositivo inovador na atenção psicossocial infantojuvenil. Stili Della Clinica. Rivista Sui Destini dell’infanzia, 31(1), 135-152. https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v31i1p%p