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  • Dossiê: Ciência Aberta e Comunicação Científica na América Latina: Desafios, Inovação e Práticas Editoriais - Revista Extraprensa, Qualis A2 - ECA/USP

    2026-04-27

    Dossiê: Ciência Aberta e Comunicação Científica na América Latina: Desafios, Inovação e Práticas Editoriais

    Revista Extraprensa, Qualis A2 - ECA/USP

     

    Organizador: Prof. Dr. José Anderson Santos Cruz é doutor em Educação Escolar, com foco em Gestão do Conhecimento aplicada à gestão de periódicos e indicadores de qualidade. Atua de forma estratégica na editoração científica, gestão editorial e qualificação de periódicos. Fundador e editor da Editora Ibero-Americana, é editor-chefe, gestor de periódicos e pesquisador nas áreas de políticas editoriais, avaliação por pares, normalização técnica e sustentabilidade de revistas científicas. Possui experiência na estruturação, gestão e internacionalização de periódicos, com domínio de critérios de indexadores e métricas de impacto. Membro da FEPAE, da ABEC, da INTERCOM e da ANPED. Contato:

    ORCID: https://orcid.org/0000-0001-5223-8078

    Lattes: http://lattes.cnpq.br/2419735299778580

    E-mail: andersoncruz@editoraiberoamericana.com

     

    O presente dossiê propõe reunir estudos que analisem criticamente os processos de comunicação científica na América Latina, com ênfase nas transformações impulsionadas pelos princípios da Ciência Aberta. Considera-se a editoração científica como eixo estruturante na produção, validação e circulação do conhecimento, articulada às dinâmicas de divulgação científica, acesso aberto, transparência metodológica e compartilhamento de dados.

    Serão acolhidas contribuições que abordem práticas editoriais inovadoras, políticas de acesso aberto, reconfigurações dos sistemas de avaliação científica, internacionalização da produção acadêmica e estratégias de comunicação voltadas à ampliação do impacto social da ciência. O dossiê também incentiva reflexões sobre os desafios estruturais da região, incluindo desigualdades no acesso, barreiras linguísticas, sustentabilidade editorial e a integração entre ciência, sociedade e políticas públicas.

    Adicionalmente, os artigos, ensaios teóricos e estudos empíricos deverão, necessariamente, incorporar a dimensão prática da comunicação e da divulgação científica no contexto da produção e da gestão de periódicos. Espera-se que as contribuições apresentem abordagens aplicadas, metodologias, experiências ou modelos que evidenciem a operacionalização desses processos no cotidiano editorial, convergindo para a formação, qualificação e consolidação de práticas que sirvam como alicerce para uma editoração científica de excelência.

    Com o objetivo de analisar e problematizar os modelos de comunicação científica na América Latina, com foco na integração entre editoração científica, Ciência Aberta e estratégias de divulgação do conhecimento, visa-se fortalecer práticas editoriais qualificadas, ampliar o acesso à informação científica e potencializar o impacto social da produção acadêmica na região.

    Sendo direcionado por eixos estratégicos, este dossiê se posiciona como um espaço de reflexão crítica e aplicada sobre a reconfiguração da comunicação científica na América Latina, considerando as transformações estruturais provocadas pela Ciência Aberta, pela digitalização dos fluxos editoriais e pela crescente demanda por impacto social da ciência.

    A proposta central é avançar além da análise descritiva, promovendo contribuições que articulem inovação em editoração científica, autonomia autoral e novas formas de produção, circulação e validação do conhecimento.

     

    Datas importantes:

     Data limite para submissão: 30/06/2026

    Data para avaliações e correções: 30/08/2026

    Data prevista para publicação: 12/2026

     

    Não haverá custos para os autores. A Editora Ibero-Americana subsidiará as traduções para o inglês e espanhol. Fonte de financiamento: ABCD e Editora Ibero-Americana.

     

    Nesse contexto, o dossiê orienta-se por cinco eixos estratégicos integrados:

     

    1. Inovação em Editoração Científica e Transformação dos Fluxos Editoriais

    Explorar modelos emergentes de editoração científica, incluindo:

    ·                     uso de inteligência artificial nos processos editoriais (triagem, revisão, normatização);

    ·                     automação de fluxos (XML/HTML, interoperabilidade, indexadores);

    ·                     novos formatos de publicação (preprints, publicação contínua, dados abertos).

     

    2. Autonomia do Autor e Escrita Científica Estratégica

    Discutir o papel do autor como agente ativo na comunicação científica:

    ·                     desenvolvimento da escrita científica com intencionalidade (clareza, impacto, posicionamento);

    ·                     ética, originalidade e integridade na produção;

    ·                     relação entre autoria, visibilidade e construção de autoridade acadêmica.

     

    3. Comunicação e Divulgação Científica em Múltiplas Plataformas

    Analisar novas formas de circulação do conhecimento:

    ·                     divulgação científica em redes sociais, mídia digital e formatos híbridos;

    ·                     estratégias de engajamento e tradução do conhecimento para públicos não especializados;

    ·                     métricas alternativas (altmetrics) e impacto social da ciência.

     

    4. Formação e Profissionalização de Editores e Equipes Editoriais

    Refletir sobre competências e estrutura profissional:

    ·                     formação técnica e científica de editores;

    ·                     gestão editorial baseada em indicadores de qualidade;

    ·                     organização de equipes (revisores, tradutores, diagramadores, pareceristas);

    ·                     governança editorial e boas práticas internacionais.

     

    5. Qualificação de Periódicos, Indexação e Sustentabilidade Financeira

    Debater os desafios estruturais dos periódicos frente às mudanças globais:

    ·                     critérios atuais de indexação (bases internacionais, interoperabilidade, padrões técnicos);

    ·                     políticas de qualidade editorial e impacto científico;

    ·                     modelos de financiamento (APCs, financiamento institucional, editais, parcerias);

    ·                     sustentabilidade econômica sem comprometer ética e acesso aberto.

     

    Normas de submissão para o dossiê:

     

    Os manuscritos submetidos ao dossiê deverão apresentar extensão máxima de 18 páginas, incluindo referências, tabelas e figuras. As referências bibliográficas deverão ser atualizadas, limitadas ao máximo de 30, sendo exigido que, no mínimo, 40% correspondam a publicações dos últimos quatro anos, assegurando atualidade teórica e diálogo com a produção científica contemporânea.

    O resumo deverá conter até 150 palavras, acompanhado de até cinco palavras-chave, alinhadas aos descritores da área.

    Nas considerações finais, é imprescindível que os trabalhos apresentem contribuições efetivas para o avanço dos estudos e, sobretudo, para a aplicação prática no campo da comunicação e da editoração científica, evidenciando implicações reais para a gestão e qualificação de periódicos.

    Cada manuscrito poderá contar com até três autores. Submissões com número superior deverão ser devidamente justificadas, especialmente quando oriundas de equipes técnicas ou editoriais. Em todos os casos, ao menos um dos autores deverá possuir título de doutor, sendo preferencialmente editor científico ou integrante de equipe editorial, assegurando consistência técnica e aderência ao escopo do dossiê.

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  • Clasificación de revistas Qualis - Revista Extraprensa - A2

    2026-04-22

    CAPES – Coordinación para el Perfeccionamiento del Personal de Educación Superior – en su Evaluación Cuatrienal 2021-2024, clasificó la revista Extraprensa como A2 en su área principal de actividad, Comunicación e Información. Este logro es fruto de la colaboración de todos los socios que creen en la excelencia de Extraprensa como un importante canal para la difusión del conocimiento científico y académico. Seguimos mejorando nuestro trabajo, con el objetivo de obtener clasificaciones que validen la calidad de las contribuciones recibidas por la revista.

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  • Chamada para Recepção de Trabalhos - Fluxo Contínuo

    2025-09-24

    A partir de 2025 a Revista Extraprensa passa a adotar o padrão de publicação dos seus trabalhos em Fluxo Contínuo, visando a modernização e atualização do seu processo editorial.

    Estamos recebendo artigos e demais trabalhos acadêmicos dentro da linha editorial da Extraprensa nas áreas da cultura e da comunicação no Brasil e América Latina, abrangendo temas como a diversidade cultural, cidadania, expressões das culturas populares, artes, mídias alternativas, epistemologia e metodologia em cultura e comunicação.

    As normas editorias para envio dos trabalhos estão disponíveis no link: https://www.revistas.usp.br/extraprensa/about/submissions
    Contato: extraprensa@usp.br 

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  • Discursos en y sobre América Latina

    2024-02-06

    Desde la llegada de los europeos al continente que comenzaron a llamar América, en 1492, esta parte del globo ha sido objeto de innumerables interpretaciones que apuntaron a construir las especificidades de las personas, la flora y la fauna aquí existentes, bajo la égida de los sistema exploratorio colonial europeo. A partir de los procesos independentistas ocurridos en el siglo XIX, tales especificidades fueron repensadas por las élites criollas eurocéntricas, con miras a la formación y legitimación de sus respectivos estados nacionales. En el siglo XX, marcado por intensas divisiones ideológicas, los latinoamericanos una vez más buscaron reformular las bases de los pactos políticos responsables de mantener las “comunidades imaginadas” creadas por el nacionalismo desde su emancipación de los europeos.
    Teniendo en cuenta estas y otras capas de tiempo y significados históricos, la convocatoria del próximo Dossier de la Revista Extraprensa se centrará en las estrategias comunicativas empleadas por los más diversos agentes sociales, tales como: líderes de partidos políticos, representantes de movimientos sociales, colectivos de minorías grupos, intelectuales, con miras a formar una ideología sobre América Latina, capaz de explicar sus singularidades frente a otros pueblos y continentes. En definitiva, ¿qué queda de la idea de nacionalismo responsable de la creación de las identidades latinoamericanas? ¿Cómo (re)pensar América Latina y sus discursos sobre sí misma a partir de lo que nos es común y diferente al mismo tiempo?
    Invitamos a investigadores, estudiantes y toda la comunidad académica y científica de Brasil y América Latina a enviar sus artículos, ensayos e investigaciones en curso sobre el tema propuesto.

    Plazos y Contacto
    Los artículos, con un máximo de 20 páginas, siguiendo los estándares editoriales de Extraprensa (https://www.revistas.usp.br/extraprensa/about/submissions), deben ser enviados en formato Word a: https://www.revistas .usp .br/extraprensa 

    Presentaciones extendidas hasta el 30 de junio de 2024

    Más información: extraprensa@usp.br

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  • Ecologías digitales del sur

    2023-09-08

    La convocatoria del próximo Dossier Extraprensa se relaciona con temas de comunicación, gestión e innovación responsable, humanidades digitales, nuevas formas de diseño de soluciones, así como varias áreas que se vinculan con la complejidad, de cara a nuevos enfoques que reflejan ayudamos al desarrollo sostenible. objetivos, vinculados a un mundo digital que también necesita nuevas epistemologías y ecologías para mantener la Agenda 2030 de los 17 ODS abordados por la ONU, mantenerla unida y reducir los daños de los drásticos impactos socioambientales.
    Los siguientes temas son parte de esta convocatoria:
    1. Disminución;
    2. Economía circular;
    3. Sostenibilidad;
    4. Desmercadeo;
    5. Descolonialidad;
    6. Educación y sostenibilidad;
    7. Epistemologías del Sur;
    8. Cibercultura y tecnologías sociales;
    9. Humanidades digitales;
    10. Ciudades mediáticas conectadas;
    11. Pacto Mundial y Empresas en América Latina;
    12. Ecologías digitales;
    13. Activismo de marca.
    Invitamos a investigadores, estudiantes, toda la comunidad académica y científica de Brasil, América Latina y otros interesados ​​a enviar sus artículos, ensayos e investigaciones en curso.
    Plazos y Contacto
    Los artículos, con un máximo de 20 páginas, siguiendo los estándares editoriales de Extraprensa (https://www.revistas.usp.br/extraprensa/about/submissions), deben ser enviados en formato Word a: https://www.revistas .usp .br/extraprensa el 30 de noviembre de 2023.
    Más información: extraprensa@usp.br
    ¡Felices producciones!

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  • Plataformatización de la cultura: creación, producción, trabajo y disfrute en tiempos de digitalización de la economía

    2022-07-19

    El desarrollo de las plataformas digitales ha cambiado profundamente la forma en que llevamos a cabo nuestras actividades diarias. Ya sean actividades relacionadas con el ocio y la educación o tareas relacionadas con el trabajo, casi siempre habrá una aplicación disponible en Google Play o Apple Store para mediar en nuestras acciones y la forma en que nos relacionamos con el mundo. Esta inserción de las plataformas en las prácticas sociales se ha denominado plataformización (HELMOND, 2015). Una de las principales promesas es que cuanto más integrados estemos con las aplicaciones, a través de la computadora, el celular, el reloj u otros “gadgets”, mejor funcionarán los sistemas inteligentes y, por lo tanto, más productivos, creativos y satisfechos estaremos. . Con el paso de los años, sin embargo, los aspectos negativos de la economía de plataforma son cada vez más preocupantes.
    En las industrias creativas y culturales, este fenómeno de inserción de plataformas digitales ha impactado en la forma de producir/crear, distribuir, comercializar y consumir bienes y servicios culturales. Thomas Poell, David B. Nieborg y Brooke Erin Duffy (2022) denominan a este proceso la plataformización de la producción cultural, es decir, la integración de las plataformas digitales, con sus dimensiones económicas, gubernamentales y de infraestructura en los diversos sectores de la creación y la cultura. industrias, así como en la organización de las prácticas de trabajo, la creatividad y la participación.
    Para comprender cómo este fenómeno está transformando los procesos de creación, producción, organización, consumo y participación de artistas, productores, instituciones y públicos en el campo cultural, así como planteando nuevos desafíos en la formulación de políticas públicas para la cultura, la revista Extraprensa invita a la comunidad de investigadores interesados ​​en el tema a contribuir con la redacción de un artículo científico para el dossier: Plataformatización de la cultura: creación, producción, trabajo y fruición en tiempos de digitalización de la economía.

    Los trabajos pueden versar sobre los siguientes ejes:


    Nuevas tecnologías y estructuras digitales en el campo de la producción cultural y creativa
    • Este eje pretende reflexionar sobre cómo las nuevas tecnologías de la información y la comunicación están afectando las dinámicas estructurales de los entornos de creación, producción, distribución, promoción y consumo de la producción simbólica en la contemporaneidad.


    Platformización y los nuevos procesos de gestión, gobernanza y organización de los sectores cultural y creativo
    • Este eje pretende discutir cómo la plataforma de producción cultural está modificando los procesos de gestión, gobernanza y organización de redes de agentes, empresas e instituciones culturales para comprender las nuevas asimetrías y relaciones de poder y dependencia de las grandes empresas tecnológicas.


    Platformización y cambios en el mercado y en la organización socioeconómica de la producción cultural
    • Este eje busca presentar artículos sobre los impactos de la organización de plataformas de los sectores cultural y creativo para comprender cómo las plataformas digitales están cambiando las dinámicas de producción y consumo y rediseñando los mercados culturales.


    La plataforma de la producción cultural y los procesos de creación.
    • Buscaremos reunir textos en este eje que discutan cómo las plataformas digitales están cambiando las dinámicas y los procesos creativos de diferentes lenguajes artísticos como la música, las artes escénicas y visuales, entre otros.


    La plataformización de la producción y el trabajo cultural
    • Este eje pretende identificar, relevar y analizar cómo las plataformas digitales están impactando en los procesos de creación, producción, distribución, promoción y consumo y en la organización socioeconómica del trabajo en el ámbito de la producción cultural.


    La plataformización y democratización de la cultura
    • Este eje pretende reunir artículos que discutan los nuevos diálogos y desafíos entre las nuevas tecnologías de la información y la comunicación y sus plataformas digitales y los derechos humanos, abordando temas que presenten los impactos de la plataformización de las formas de acceso a la producción cultural: información, libertad de expresión, diversidad, privacidad, compromiso con la verdad, lucha contra el discurso del odio y la discriminación.

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  • Migración, comunicación y debates sobre los desplazamientos humanos en el siglo XXI

    2022-02-18

    La experiencia migratoria siempre implica retos y aprendizajes en relación con uno mismo y con el otro. No sólo implica a los sujetos migrantes, sino que también puede afectar a los grupos sociales que se quedaron en el origen y a los que están en el destino.
    En algunos momentos, dejar los orígenes es una decisión basada en una elección personal o en una oportunidad laboral. En otros, la migración puede estar motivada por guerras, tragedias naturales o persecuciones políticas.
    Si las diferencias culturales entre regiones pueden ser un obstáculo para los que emigran dentro de un mismo país, para los que cambian de nación o de continente se añaden posibles diferencias de idioma y de organización política. Todos estos aspectos tienen consecuencias para la comunicación y la agenda mediática. Aunque algunos de ellos valoran las narrativas sobre los derechos humanos, en algunos espacios se siguen reproduciendo estereotipos y prejuicios.
    Este número de Extraprensa pretende reflexionar sobre las migraciones a escala regional y en el contexto geopolítico de las primeras décadas de este siglo, destacando su evolución en el ámbito de la comunicación. Esta cuestión adquiere mayor relevancia cuando, por un lado, los conflictos locales y las crisis internacionales llevan a los ciudadanos a abandonar sus orígenes y, por otro, las fuerzas xenófobas e intolerantes de extrema derecha avanzan por todo el mundo.

     

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  • El pensamiento de Paulo Freire y su intersección con la cultura y la comunicación.

    2021-08-19

    Esta edición de la Revista Extraprensa recibirá artículos, ensayos o informes de investigación que traten de la interfaz de los conceptos desarrollados por el pensador brasileño Paulo Freire con las áreas de comunicación y cultura. Cómo se cruzan ideas como la cultura del silencio, la acción cultural por la libertad, la educación como práctica dialógica y, principalmente, el compromiso con la transformación social con los debates teóricos en el campo de la comunicación y la cultura, particularmente en el escenario latinoamericano. Y, también, aportes para reflexionar sobre los dilemas de la construcción de campos interdisciplinarios entre el área de la comunicación y la educación. La publicación de este número de Extraprensa es un homenaje al centenario del nacimiento del gran pensador educativo brasileño.

     

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