Las máquinas analógicas de Remedios Varo

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.11606/extraprensa2019.157653

Palabras clave:

Imaginario, Máquina, Remedios Varo, Surrealismo

Resumen

Con el propósito de investigar el imaginario de la máquina en la obra de la pintora hispano-mexicana Remedios Varo (1908-1963), en el presente artículo se efectúa una lectura hermenéutica de El relojero (1955), Icono (1945), Exploración de las fuentes del río Orinoco (1959) y Homo rodans (1959), respectivamente, tres pinturas y una escultura elaboradas en la fase madura de la artista. Basándose en el estudio de las obras, desde la perspectiva de la escuela francesa de antropología del imaginario, se constató que las máquinas de Remedios Varo actúan como articuladoras de saberes (de la ciencia, de la técnica y del arte). En contraposición al imaginario industrial, en que los mecanismos ocupan funciones utilitarias y son considerados como agentes de deshumanización, las obras de Remedios Varo evocan otro imaginario de la máquina, en que el artefacto integra las dinámicas naturales y actúa como mediador del conocimiento.

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Biografía del autor/a

  • Juliana Michelli da Silva Oliveira, Universidade de São Paulo

    Doutora em Educação (2019) pela Universidade de São Paulo (USP), com estágio de pesquisa (2017-2018) no Centre de Recherche Imaginaire et Socio-Anthropologie da Université Grenoble Alpes, França. Mestre em Educação, graduada em Letras e em Ciências Biológicas pela USP.

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Publicado

2019-08-19

Cómo citar

Oliveira, J. M. da S. (2019). Las máquinas analógicas de Remedios Varo. Revista Extraprensa, 12(2), 68-84. https://doi.org/10.11606/extraprensa2019.157653