El documental como dispositivo: mediatización y regímenes de memoria de la dictadura militar

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.11606/extraprensa2026.244758

Palabras clave:

Documental, Dictadura militar, Mediatización, Memoria

Resumen

Este artículo discute, de manera introductoria y panorámica, cómo el cine documental contemporáneo opera en la mediatización de la dictadura militar brasileña (1964–1985). El análisis se fundamenta en la noción de dispositivo mediático y en los estudios sobre el documental, articulándolos con la problemática de la memoria social. Se parte de la premisa de que el documental no se limita a representar el pasado, sino que participa activamente en su producción social como memoria pública, actuando como un dispositivo mediático que reorganiza experiencias, produce sensibilidades e interviene en disputas políticas. A partir de estudios de caso de películas contemporáneas, se argumenta que los documentales sobre la dictadura constituyen verdaderos lugares de memoria mediatizados, en los cuales la comunicación audiovisual se configura como una práctica social, narrativa y política.

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Biografía del autor/a

  • Jean Carllo de Souza Silva, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

    Doutor em Multimeios pela Unicamp. É pesquisador dos grupos “Laboratório interdisciplinar de comunicação, discurso, acontecimento e memória” (UEMG/CNPq) e “Estudos sociais em linguagem, memória e cultura visual” (UFOP/CNPq). Participa, também, do grupo “História, memória e transferências culturais no cinema brasileiro e latino-americano” (Unicamp/CNPq).

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Publicado

2026-08-03

Número

Sección

Artículos

Cómo citar

Silva, J. C. de S. (2026). El documental como dispositivo: mediatización y regímenes de memoria de la dictadura militar. Revista Extraprensa, 20(00), e026004. https://doi.org/10.11606/extraprensa2026.244758