El territorio ontológico chamánico en la dimensión pedagógica del cine negro

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.11606/extraprensa2026.246590

Palabras clave:

Cine negro, Ontología, Yanomami, Chamanismo

Resumen

El cine en cuestión se presenta a través del protagonismo ontológico percibido en el cine negro, en las exigencias de la filmografía indígena. Sin embargo, percibimos una relación dialógica merleau-pontyana con las dinámicas del chamanismo amazónico, al explorar las dimensiones de lo visible y lo invisible, un método propuesto en este trabajo para comprender el cine yanomami. Tanto el cineasta chamán como el personaje chamán, creadores del cortometraje Mãri-hi – el árbol de los sueños, permiten al espectador sumergirse en la naturaleza telúrica del imaginario pedagógico onírico, en el que los sueños son indicadores de decisiones dentro de la dinámica de la sociabilidad.

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Biografía del autor/a

  • Éder Rodrigues dos Santos, Universidade Federal de Roraima

    Docente na Universidade Federal de Roraima. Doutor em Geografia Cultural, jornalista, sociólogo, pesquisador do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Cultura e Modos de Vidas Amazônicos (UNIR); da Mostra Internacional do Cinema Negro (MICINE/SP) e curador do FestCine Saberes Amazônicos (RR).

  • Celso Luiz Prudente, Universidade Federal de Mato Grosso

    Livre-docente e Doutor pela FEUSP. Professor da Universidade Federal do Mato Grosso e do Programa de Pós-graduação em Educação da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo – UFMT/PPGE/FEUSP. Curador da MICINE/SP.

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Publicado

2026-05-12

Número

Sección

Artículos

Cómo citar

Santos, Éder R. dos, & Prudente, C. L. (2026). El territorio ontológico chamánico en la dimensión pedagógica del cine negro. Revista Extraprensa, 20(00), e026003. https://doi.org/10.11606/extraprensa2026.246590