Decrescimento econômico e visões das ecologias digitais
DOI:
https://doi.org/10.11606/extraprensa2019.153865Palavras-chave:
Decrescimento, Sustentabilidade, Futurismo, Pós-humano, Ecologia da comunicaçãoResumo
O objeto de estudo aqui é o do questionamento da visão das ecologias digitais que privilegiam óticas futuristas em certo detrimento de críticas sociais e econômicas de curto prazo. Corroborando com estudiosos que vêm procurando uma via intermediária do assunto, com uma crítica interessante ao discurso do sustentável, que ainda nos propõe crescer sempre, frente à proposta do decrescimento, que busca uma visão orgânica de economia e vida. Se (parte) da teoria da ecologia da comunicação usa a renovação da visão da sociologia, em que o ser humano era o centro das questões, para uma ótica planetária, o objetivo principal aqui é o de usar toda a inteligência atual para centrar no humano agora. São citados autores ligados à discussão do decrescimento (Pinheiro, 2017), ecologias digitais (Felice, 2012), desafios no capitalismo cognitivo (Negri, 2003), que levam à novas epistemologias (Souza, B. 2017) e chega na encefalização da comunicação (Pasquinelli, 2018) e sugere soluções.
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