Grammatica philosophica: a um passo da forma

Autores

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2176-9419.v20i2p273-291

Palavras-chave:

Gramática filosófica, Morfossintaxe, Metáfora

Resumo

Longe de apresentar a validade do pensamento filosófico aplicado ao desenvolvimento do pensamento gramatical, pretendo aqui esboçar a apresentação de teoria que venho esforçando-me para construir e que se pauta por modo inescapavelmente filosófico de olhar para o objeto Língua. Proponho que esse objeto seja constituído, no conjunto de seu tecido lexical e morfossintático, por metáforas de cunho físico-espacial, por sua vez resultantes de procedimento mimético que a Língua, (sempre) em formação, tenha realizado e venha realizando sobre o espaço físico, desdobrando-se as metáforas ― como lhes é próprio ― em cadeias abstrativas. Postulo que a tradição filosófico-gramatical se tenha aproximado ― e apenas aproximado ― da possível verdade que aí venho pretendendo formular: essa tradição teria estado a um passo do que denomino semântica da estrutura, a um passo da forma.

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Biografia do Autor

  • Clóvis Luiz Alonso Júnior, Universidade de São Paulo

    Doutorando do Programa de Filologia e Língua Portuguesa do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.

     

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Publicado

2018-12-30

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Alonso Júnior, C. L. (2018). Grammatica philosophica: a um passo da forma. Filologia E Linguística Portuguesa, 20(2), 273-291. https://doi.org/10.11606/issn.2176-9419.v20i2p273-291