Grammatica philosophica: a um passo da forma
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2176-9419.v20i2p273-291Palavras-chave:
Gramática filosófica, Morfossintaxe, MetáforaResumo
Longe de apresentar a validade do pensamento filosófico aplicado ao desenvolvimento do pensamento gramatical, pretendo aqui esboçar a apresentação de teoria que venho esforçando-me para construir e que se pauta por modo inescapavelmente filosófico de olhar para o objeto Língua. Proponho que esse objeto seja constituído, no conjunto de seu tecido lexical e morfossintático, por metáforas de cunho físico-espacial, por sua vez resultantes de procedimento mimético que a Língua, (sempre) em formação, tenha realizado e venha realizando sobre o espaço físico, desdobrando-se as metáforas ― como lhes é próprio ― em cadeias abstrativas. Postulo que a tradição filosófico-gramatical se tenha aproximado ― e apenas aproximado ― da possível verdade que aí venho pretendendo formular: essa tradição teria estado a um passo do que denomino semântica da estrutura, a um passo da forma.
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