Análise do desenvolvimento motor de bebês de risco atendidos de forma presencial versus bebês atendidos de forma remota

Autores

  • Evelyn Vieira Schoingele Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) – Porto Alegre (RS), Brasil.
  • Laís Rodrigues Gerzson Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) – Porto Alegre (RS), Brasil.
  • Carla Skilhan de Almeida Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) – Porto Alegre (RS), Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.1590/

Palavras-chave:

Desenvolvimento Infantil, Intervenção Precoce, Recém-Nascido Prematuro, Telerreabilitação, Covid-19

Resumo

Sabe-se que os serviços de intervenção
precoce (IP) trabalharam de forma contínua para
atender remotamente bebês e suas famílias durante
o confinamento causado pela pandemia de covid-19.
O atendimento não presencial veio para minimizar os
efeitos deletérios que essa limitação social pôde trazer
aos sujeitos em pleno desenvolvimento, mas não se
conhecia o resultado desse processo, nem mesmo para
torná-lo uma nova abordagem de atendimento. Assim,
o objetivo do estudo foi verificar se os efeitos positivos
produzidos no desenvolvimento motor de bebês de
risco pela intervenção motora precoce presencial foram
os mesmos produzidos pela forma remota. Foi realizado
um estudo ex-post-facto comparativo. Para avaliar o
desenvolvimento motor dos bebês de risco, foi utilizada
a Alberta infant motor scale (Aims). Pode-se observar em
todas as subescalas que a diferença do pré para o pós foi
significativa em ambos os grupos, que não diferiram entre
si. No entanto, quando avaliado o percentil, a diferença é
estatisticamente significativa no grupo remoto. Destes,
15 bebês faziam parte do grupo presencial e 15 bebês
do grupo remoto. Os achados deste estudo propõem
investigar os atendimentos de fisioterapia precoce no
contexto remoto, uma vez que o ambiente domiciliar e a
fisioterapia remota guiada por um profissional mostraramse
eficazes.

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doi: 10.1093/ptj/pzab053

Publicado

2026-07-20

Edição

Seção

Pesquisa Original

Como Citar

Análise do desenvolvimento motor de bebês de risco atendidos de forma presencial versus bebês atendidos de forma remota. (2026). Fisioterapia E Pesquisa, 33(n cont), e23004926pt. https://doi.org/10.1590/