Atividades e participação social de crianças com desenvolvimento motor atípico

Autores

  • Layssa Lemos de Carvalho Langano Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ) – Rio de janeiro, (RJ), Brasil.
  • Julia de Aguiar Vióti Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ) – Rio de janeiro, (RJ), Brasil.
  • Louise Cristine Viana Nunes Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ) – Rio de janeiro, (RJ), Brasil.
  • Paloma de Carvalho Araujo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ) – Rio de janeiro, (RJ), Brasil.
  • Beatriz Cantanhede Carrapatoso Souza Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ) – Rio de janeiro, (RJ), Brasil.
  • Elisa Beatriz Braga dell’Orto van Eyken Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ) – Rio de janeiro, (RJ), Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.1590/

Palavras-chave:

Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde, Criança, Desenvolvimento Infantil, Participação Social

Resumo

A limitação em atividades e na participação
social parece influenciar o desempenho nas tarefas. Este é
um estudo transversal que utiliza o inventário de avaliação
pediátrica de incapacidade (Pedi) e os questionários
de medida de participação no ambiente (YC-PEM e
PEM-CY) para conhecer a percepção dos responsáveis
sobre a execução de atividades e participação social
de crianças com desenvolvimento motor atípico em
tratamento fisioterapêutico neurofuncional. Participaram
23 responsáveis de crianças de sete meses a seis anos
=. Na avaliação de habilidades funcionais, nove crianças
foram consideradas com atraso no autocuidado, 20 na
mobilidade e sete na função social. Na assistência do
cuidador, o atraso no desempenho foi percebido em
14 crianças em autocuidado, 17 para mobilidade e 15
para função social. Na participação em casa, a rotina
de cuidados básicos foi a mais frequente, e a de tarefas
domésticas a menos. Duas crianças frequentavam a
pré-escola. Na comunidade, crianças que recebem
pouca assistência do cuidador demonstram maior
envolvimento nas atividades, e a maioria participou de
atividades de passeio. A percepção dos responsáveis
sobre a incapacidade sugere dificuldades na execução de
atividades. A participação tem maior frequência em casa;
na comunidade, é proporcional ao nível de independência,
e a escola não é um ambiente de participação para a
maioria.

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Publicado

2026-07-20

Edição

Seção

Pesquisa Original

Como Citar

Atividades e participação social de crianças com desenvolvimento motor atípico. (2026). Fisioterapia E Pesquisa, 33(n cont), e23019726. https://doi.org/10.1590/