Sinais e sintomas da disfunção temporomandibular nas diferentes regiões brasileiras

Autores/as

  • Anamaria Siriani de Oliveira Universidade de SãoPaulo; Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
  • Débora Bevilaqua-Grossi Universidade de SãoPaulo; Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
  • Elton Matias Dias Centro de Estudos Firval

DOI:

https://doi.org/10.1590/S1809-29502008000400013

Palabras clave:

Avaliação, Índice de gravidade de doença, Transtornos da articulação temporomandibular

Resumen

O objetivo deste estudo foi avaliar a prevalência da severidade de sinais e sintomas de disfunção temporomandibular (DTM) em não-pacientes nas diferentes regiões do país. Questionários foram aplicados a 2.396 universitários, dos quais 73,7% mulheres (21±5 anos) e 26,3% homens (22±4 anos). Determinado o nível de severidade dos sinais e sintomas da DTM, os dados foram tratados estatisticamente, com nível de significância de 5%. Maior prevalência de sinais e sintomas de DTM foi constatada para o sexo feminino (73,03%). Na região Centro-Oeste não foi observada diferença significante entre estudantes com sinais e sintomas de DTM moderada e severa; mas aí há mais probabilidade de encontrar universitários com sinais e sintomas severos do que nas demais regiões. A região Sul apresentou maior porcentagem de estudantes com sinais e sintomas, porém com menor severidade que nas demais regiões. No Nordeste e no Sul, é mais provável encontrar universitários sem sinais e sintomas que universitárias. Pode-se concluir que a porcentagem de universitários não-pacientes portadores de algum nível de severidade de sinais e sintomas da DTM foi maior que a de não-portadores, em todas as regiões. Diferentes regiões apresentam diferentes probabilidades de se encontrarem universitários com algum sinal ou sintoma de DTM.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Referencias

Publicado

2008-10-01

Número

Sección

Pesquisa Original

Cómo citar

Sinais e sintomas da disfunção temporomandibular nas diferentes regiões brasileiras . (2008). Fisioterapia E Pesquisa, 15(4), 392-396. https://doi.org/10.1590/S1809-29502008000400013