Riscos ergonômicos e sintomas osteomusculares em docentes de uma instituição federal de educação*

Autores

  • Bruno Guimarães Instituto Federal Catarinense (IFC) – São Bento do Sul (SC), Brasil.
  • Thiago Silva Universidade de Pernambuco (UPE) – Recife (PE), Brasil.
  • Maria Eduarda Biazzi

DOI:

https://doi.org/10.1590/

Palavras-chave:

Ergonomia, Dor Musculoesquelética, Saúde do Trabalhador, Professor

Resumo

Os transtornos mentais e musculoesqueléticos
são as principais formas de adoecimento entre os
docentes. O objetivo deste estudo é avaliar os sintomas
osteomusculares e os riscos ergonômicos nas salas de
aula e sala dos docentes nos campi do Instituto Federal
Catarinense (IFC). Para isso, 112 docentes responderam um
questionário online sobre informações sociodemográficas,
tarefas, ambiente de trabalho e dor musculoesquelética.
Os dados foram analisados por meio de regressão logística
binária, separadamente para cada desfecho. A prevalência
de dor foi de 93,7% e as regiões mais frequentes foram
pescoço, coluna lombar e ombro direito. Os principais
riscos ergonômicos foram: estresse, quina viva, mesa
de trabalho, monitor e encosto da cadeira inadequados.
Observou-se associação entre dor na coluna e lombar,
estresse, uso do datashow, sobrepeso/obesidade, altura
inadequada do monitor e cadeira sem regulagem de
altura. Houve associação entre dor no pescoço, estresse,
não realização de atividade física, monitor e encosto da
cadeira inadequados. Foi encontrada relação entre dor
no ombro direito, estresse, uso da lousa e postura em
pé em sala de aula. Os resultados propõem a adaptação
do trabalho para os docentes a fim de prevenir a dor e
melhorar a qualidade de vida e do ensino.

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Publicado

2026-07-20

Edição

Seção

Pesquisa Original

Como Citar

Riscos ergonômicos e sintomas osteomusculares em docentes de uma instituição federal de educação*. (2026). Fisioterapia E Pesquisa, 33(n cont), e23019926. https://doi.org/10.1590/