Roteiro Geoturístico no Parque da Independência, SP
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2316-9095.v26-244963Palavras-chave:
Geotour, Geodiversidade, Pedra NaturalResumo
Localizado na Zona Sul do Município de São Paulo, o Parque da Independência é um espaço de lazer urbano e patrimônio de importância cívico-cultural. O parque abriga, além de uma extensa área verde e áreas de lazer, o Museu Paulista, a Casa do Grito, o Monumento à Independência e a Cripta Imperial — construções com valor histórico associado à proclamação da Independência do Brasil. Apesar de ser altamente visitado pela população e por turistas, até o momento não existe um roteiro que apresente aos visitantes os principais monumentos pétreos e suas origens. Dessa forma, o objetivo desse estudo foi elaborar um roteiro geoturístico com o objetivo de valorizar o patrimônio pétreo do Parque da Independência e simultaneamente divulgar as Geociências. Foram realizadas visitas ao Parque para identificação das litologias dos monumentos, bem como pesquisas bibliográficas sobre suas origens. O roteiro propõe uma leitura integral do espaço, unindo a história cultural dos marcos da independência à história natural registrada nas rochas que os constituem.
Downloads
Referências
Arruda, I. R., Peixoto, D. C.C., Ribeiro, V. C. (org.) (2022). Material para professores: Para Entender o Museu. São Paulo: Museu Paulista da Universidade de São Paulo. Disponível em: https://museudoipiranga.org.br/wp-content/uploads/2024/09/para_entender_o_museu.pdf. Acesso em: 08 de maio 2026.
Caldeira, J. (2002). José Bonifácio de Andrada e Silva. Col. Formadores do Brasil. São Paulo: Editora 34.
Cavallo, A., Dino, G. A. (2015). Granites of the verbano-cusio-ossola district (Piedmont, northern italy): Possible candidates for the designation of “global heritage stone province” and a proposal of a geotouristic route. In: G. Lollino et al. (Eds.), Engineering Geology for Society and Territory (v. 5, 267-271). https://doi.org/10.1007/978-3-319-09048-1_52
CONDEPHAAT - Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico. (1975). Resolução n. 2, de 2 de abril de 1975. Tombamento como Patrimônio Artístico e Cultural da Cidade de São Paulo, Museu Paulista, Monumento à Independência e Casa do Grito. DOE. 03-04-75-pg.40. São Paulo: Diário Oficial do Estado de São Paulo. Disponível em: http://condephaat.sp.gov.br/benstombados/parque-da-independencia-2/. Acesso em: 08 maio 2026.
Del Lama, E. A., Bacci, D. D. L. C., Martins, L., Garcia, M. G. M., Dehira, L. K. (2015). Urban geotourism and the old centre of São Paulo city, Brazil. Geoheritage, 7, 147-164. https://doi.org/10.1007/s12371-014-0119-7
Del Lama, E. A., Dehira, L. K., Martins, L., Mazzucato, E. (2023). Geoturismo em Ribeirão Preto (SP). Geologia USP. Série Científica, 23(2), 5-16. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9095.v23-204719
Groppo, S., Ramponi, R. F., Del Lama, E. A. (2023). Roteiro geoturístico no Cemitério São Paulo, SP. Geologia USP. Série Científica, 42(1), 27-39. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9095.v23-209607
Henriques, A. M. E., Moura, A. A. C., Santos, F. A. (2009). Manual da Calçada Portuguesa. Lisboa: Direcção Geral de Energia e Geologia. Disponível em: http://www.marioloureiro.net/ciencia/minerais/i009812.pdf. Acesso em: 08 de maio de 2026.
IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. (1994). Conjunto do Ipiranga: Museu Paulista, Monumento à Independência, Casa do Grito e Parque da Independência. Processo 1348-T-95, v. 01, ofício 349/94.
Ipiranga News. (2020). Mourão Inaugura a Estátua de Dom Pedro I no Parque da Independência. Disponível em: https://ipiranganews.inf.br/mourao-inaugura-estatua-de-dom-pedro-i-no-parque-independencia/. Acesso em: 10 mar. 2025.
ISPRA - Servizo Geologico D’Italia. (2011). Carta Geologica d’Italia alla scala 1:1.000.000 – 5ª edizione. Roma. Disponível em: https://sgi.isprambiente.it/milione/milione5ed.html. Acesso em: 10 out. 2025.
Iza, E. R. H. F., Magalhães, A. C. F., Almeida, R. N. (2022). Atlas de Rochas Ornamentais do Estado da Bahia. Salvador: CPRM. Disponível em: https://rigeo.sgb.gov.br/handle/doc/22694. Acesso em: 08 maio 2026.
Kuzmickas, L., Del Lama, E. A. (2015). Roteiro geoturístico pelo Cemitério da Consolação, São Paulo. Geociências, UNESP, 34(1), 41-54. Disponível em: https://www.revistageociencias.com.br/geociencias-arquivos/34/volume34_1_files/34-1-artigo-04.pdf. Acesso em: 08 maio 2026.
Machado, D. F. R., Del Lama, E. A. (2015). Geologia eclesiástica no triângulo histórico paulistano: a diversidade geológica na divulgação das Geociências. Terrae Didatica, 22(3), 17-30. https://doi.org/10.20396/td.v11i3.8643641
Marins, P. C. G. (2018). Un “jardin français” pour commémorer le centenaire du Brésil: appropriation et transformation des références paysagères au Parc de l’Indépendance de São Paulo (1913-1923). In: F. Ogée, A. Godet (Org.). Jardins et civilisations. Valenciennes: Presses Universitaires de Valenciennes (177-194).
Marins, P. C. G. (2022). Os Jardins do Museu. In: S. F. de Lima (Coord.) Para Conhecer o Museu. São Paulo: Museu Paulista, EDUSP (50-61).
Marins, P. C. G., Rodrigues, M. (2024). Introdução do Dossiê “Ipiranga: do arrebalde a lugar de memória”. Anais do Museu Paulista: História Cultural e Material, 32, 1-8, e33. https://doi.org/10.11606/1982-02672024v32e33. Ipiranga: de arrabalde a lugar de memória.
Monteiro, M. C. S. (2024). De Triunfo a Fiasco: o Monumento à Independência do Brasil nas comemorações do centenário em São Paulo. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, 32, 1-43, e27. https://doi.org/10.11606/1982-02672024v32e27
Nascimento, D. (2015). Monumento a Olavo Bilac. São Paulo Antiga, São Paulo. Disponível em https://saopauloantiga.com.br/monumento-a-olavo-bilac/. Acesso em: 16 de agosto de 2025.
Segawa, H. (1997). Arquitetura no Brasil: 1900 – 1990. São Paulo: EDUSP.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Direitos autorais (c) 2026 Eliane Del Lama, Leonardo Martinez de Paschoal

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista Geologia USP. Série Científica, o direito de primeira publicação, com o trabalho sob a licença Creative Commons BY-NC-SA (resumo da Licença: https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 | texto completo da licença: https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/legalcode) que permite o compartilhamento do trabalho de forma não comercial e conferindo os devidos créditos autorais da primeira publicação nesta revista.
- Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), conferindo os devidos créditos autorais da primeira publicação nesta revista.
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, uma vez que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O efeito do Acesso Aberto e downloads no impacto das citações).











