Ocultação, desocultação e invenção em Bergson
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.1982-7547.hd.2008.106133Palabras clave:
Ontologia – Duração – Intuição – Tempo – OcultaçãoResumen
Este artigo e ensaio procura mostrar como a filosofia de Bergson pode ser interpretada tanto como uma leitura edificante da natureza do Ser como, por outro lado, uma espécie de ocultação do real, pois ela arroga a si um justo olhar privilegiado, capaz de desvelar a realidade — porém, tal olhar tem problemas em sua fundamentação.
Descargas
Referencias
BERGSON, Henri. Ensaio sobre os dados imediatos da consciência. Tradução de João da Silva Gama. Lisboa: Edições 70, 1988.
______. O Pensamento e o movente. Tradução de Franklin Leopoldo e Silva. São Paulo: Nova Cultural, 1989, Introdução. (Coleção Os Pensadores).
DETIENNE, Marcel. Os mestres da verdade na Grécia arcaica. Tradução de Andréa Daher. Rio de Janeiro: Zahar, 1994.
FORNAZARI, S. K. O bergsonismo de Gilles Deleuze. Trans/Form/Ação, São Paulo, v. 27, n. 2, p. 31-50, 2004.
HEIDEGGER, Martin. La doctrina de Platón acerca de la verdad. Disponível em:<http://www.heideggeriana.com.ar/textos/platon.htm>. Acesso em: 25 jun. 2007.
PORCHAT, Oswaldo. Discurso aos estudantes de Filosofi a da USP sobre pesquisa em fi losofi a. Revista Dissenso, do Departamento de Filosofi a da USP, São Paulo, n. 2, p. 131-140, 1999.
QUINE, W. V. Philosophy of logic. Englewood Cliffs: Prentice-Hall, 1970.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2015 Humanidades em diálogo

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.