Sabemos realmente quem é deixado para trás e quem corre o risco de ficar para trás?

Autores

DOI:

https://doi.org/10.7322/jhgd.152135

Palavras-chave:

health inequalities, child health, adolescent health, primary healthcare

Resumo

 Há evidências para mostrar a importância dos primeiros 1000 dias de vida para a sobrevivência e o desenvolvimento da criança e dos próximos 8000 dias para a criança atingir a idade adulta. Entretanto, o local de residência, o status socioeconômico, a discriminação e as desigualdades dentro e entre os países contribuem para a mortalidade precoce e morbidades significativas para as mães e seus filhos, particularmente em ambientes com recursos limitados, sendo que muitas crianças, adolescentes e suas famílias estão em situação de vulnerabilidade. Como contribuição ao campo da saúde pública, o Journal of Human Growth and Development (JHGD) tem promovido discussões acerca das questões de saúde pública relacionadas às desigualdades e direito à saúde. Nesta edição, os artigos geram debate em torno da dignidade humana e das disparidades de saúde. Diversos artigos discutem a veracidade das questões de saúde, particularmente na região amazônica e nordeste. Além de saúde escolar, que também foi discutida nesta edição. Três estudos foram conduzidos em escolas do Rio Grande do Sul, Brasil. Pesquisas indicam que muitas crianças e adolescentes são negligenciados. Estamos perdendo muitas oportunidades para preencher a lacuna da desigualdade. Ações precisam ser tomadas agora para garantir que ninguém seja deixado para trás.

 

 

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Biografia do Autor

  • Khalifa Elmusharaf, University of Limerick

    Senior Lecturer in Public health. Graduate Entry Medical School

  • Tania Brusque Crocetta, Universidade do Estado de Santa Catarina (SC)

    PhD

Referências

Publicado

2018-11-27

Edição

Seção

Editorial