Prevalência de sintomas de asma e fatores de risco em adolescentes

Autores

  • Elisangela Vilar de Assis Faculdade de Medicina do ABC Santo André, São Paulo. / Faculdade Santa Maria, Cajazeiras, Paraíba
  • Milana D. R. Santana Faculdade de Medicina do ABC, Santo André, São Paulo
  • Ankilma do N. A. Feitosa Faculdade de Medicina do ABC, Santo André, São Paulo. /Faculdade Santa Maria, Cajazeiras, Paraíba
  • Milena N. Alves de Sousa Faculdades Integradas de Patos – FIP, Patos, Paraíba
  • Ubiraídys de A. Isidório Faculdade de Medicina do ABC, Santo André, São Paulo/ Faculdade Santa Maria, Cajazeiras, Paraíba
  • Vitor E. Valenti Faculdade de Ciências e Tecnologia, UNESP, Presidente Prudente, SP, Brasil
  • Fernando Luiz Affonso Fonseca Faculdade de Medicina do ABC, Santo André, São Paulo.

DOI:

https://doi.org/10.7322/jhgd.157758

Palavras-chave:

adolescente, disfunção autonômica, doença alérgica, epidemiologia, fatores de risco

Resumo

Introdução: A asma é a doença crônica das vias aéreas que vem apresentando um aumento na sua prevalência entre os adolescentes nas últimas décadas. Os fatores relacionados com o seu desencadeamento são inúmeros, passando por fatores ambientais, genéticos, alimentares dentre outros.

Objetivo: Analisar a prevalência dos sintomas da asma e possíveis fatores de risco associados em adolescentes.

Método: Trata-se de um estudo transversal, descritivo e quantitativo realizado em 104

adolescentes de 13 e 14 anos, de ambos os sexos, de quatro instituições de ensino: três privadas e uma pública. Os participantes responderam a dois questionários: um sobre os fatores de risco para doenças alérgicas e o outro sobre os sintomas da asma (ISAAC módulo asma).

Resultados: Responderam ao questionário 104 adolescentes: 54,8% meninas e 45,2% meninos. Os voluntários do sexo masculino apresentaram mais asma ativa (64,%) que as voluntárias (20%) (p = 0,01) e também tiveram mais asma diagnosticada (34,4%) do que as voluntárias (6,1%) (p = 0,04), além de mais chiado no peito após exercício (34,4%; 12,1%) (p = 0,03). Com relação à associação entre os sintomas e os fatores de riscos observou-se uma relação estatisticamente significante entre presença de sibilos e hospitalizações para as meninas de escolas públicas (p=0,05).

Conclusão: Houve maior frequência de adolescentes do sexo masculino com asma ativa, asma diagnostica e sibilos após exercício físico. Por outro lado, as meninas da escola pública apresentaram um maior risco de hospitalização na presença de sibilos. Os demais fatores de riscos não apresentaram associações estatisticamente significantes com os sintomas da asma.

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Biografia do Autor

  • Vitor E. Valenti, Faculdade de Ciências e Tecnologia, UNESP, Presidente Prudente, SP, Brasil

    Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia

Referências

Publicado

2019-05-06

Edição

Seção

Artigos Originais