La metamorfosis bajo la pluma de una alemana del siglo XVII: el arte y la ciencia de Maria Sibylla Merian
Palabras clave:
Historia de la ciencia, Mujeres en la cienciaResumen
El presente ensayo pretende iniciar un análisis interpretativo de la vida y la obra de una mujer —artista y naturalista— de los siglos XVII y XVIII: Maria Sibylla Merian (1647-1717). A partir de una revisión bibliográfica, observamos que lo que hoy denominamos Alemania era una región que no contaba con un Estado centralizado. En ese periodo de transición del Estado feudal al Estado moderno, las mujeres no gozaban de mucha libertad. Sin embargo, Maria Sibylla, gracias a un contexto familiar muy favorable, logró desarrollar sus aptitudes artísticas y científicas, publicando en el siglo XVII dos obras interesantes —*Neües Blumenbuch* y *Der Raupen wunderbare Verwandelung und sonderbare Blumennhrung*— que presentan imágenes, fruto de observaciones meticulosas de los ciclos vitales de los insectos, sobre un proceso poco estudiado hasta aquel momento: la metamorfosis.
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