Caminhar e escutar — O prelúdio de William Wordsworth

Autores/as

  • Sofia Nestrovski Universidade de São Paulo (USP)

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2448-1769.mag.2018.154417

Palabras clave:

William Wordsworth, Angus Fletcher, romantismo, natureza, sublime, indivíduo

Resumen

William Wordsworth é tido como um dos pais do Romantismo inglês — mas, como seria se pensássemos que, em consonância com o que ele escreveu, “a criança é o pai do homem”? Isto é: e se lêssemos seus poemas a partir de concepções posteriores que se têm sobre o “Romantismo”, ou até mesmo sobre concepções posteriores sobre “Wordsworth”, e as colocássemos diante de seus poemas? Para isso, este texto levanta questões sobre a natureza, o sublime e a criação individual dentro de sua poesia.

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Biografía del autor/a

  • Sofia Nestrovski, Universidade de São Paulo (USP)

    Possui graduação em Letras (2014) e é Mestranda no Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada pela mesma instituição

Referencias

Publicado

2018-12-27

Número

Sección

Ensaios de Curso

Cómo citar

Nestrovski, S. (2018). Caminhar e escutar — O prelúdio de William Wordsworth. Magma, 25(14), 227-240. https://doi.org/10.11606/issn.2448-1769.mag.2018.154417