No tom, como manda o figurino: a estética da chanchada pela música e a moda
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.1982-8160.v13i2p203-224Palabras clave:
Chanchada, música de cinema, modaResumen
: Este texto pretende demostrar cómo el proceso de nomadismo y movimiento de los textos artísticos puede interferir en las formas de sensibilidad y, consecuentemente, en los procesos de comunicación estética. Para ello, tomamos versiones paródicas de películas de la década de 1950, con el fin de verificar: 1) cómo la apropiación paródica establece una semántica particular, considerando el tránsito entre arte y el espectáculo de entretenimiento popular; 2) como las nuevas versiones modifican el estatuto de la obra y, por consiguiente, su fruición. Para este estudio, se toman elementos de los lenguajes de la moda y de la música. Concluimos que además de nuevas formas de sensibilidad, tales obras constituyen memoria cultural, en el seno de la cultura mediática
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