Práticas cosmopolíticas nos cinemas indígenas no Brasil: encontros interepistêmicos

Auteurs

DOI :

https://doi.org/10.11606/issn.1982-8160.v20i2p315-341

Mots-clés :

Cinemas indígenas, Guarani, Pataxó, Maxakali, cosmopolítica, comunicação intermundos

Résumé

Este artigo propõe um estudo dos cinemas indígenas como fenômeno cosmopolítico e de comunicação intermundos, características de um sistema comunicativo em que as relações humanas e não humanas se articulam em diálogos interepistêmicos, criando condições de interação mediadas por saberes tradicionais e não indígenas. A partir das práticas cosmopolíticas e dos encontros interepistêmicos – entendidos aqui como formas de comunicação intermundos –, realiza-se uma leitura da filmografia indígena contemporânea produzida no Brasil, com foco nas produções dos povos Guarani, Pataxó e Maxakali. Busca-se, assim, situar a cosmopolítica como uma proposição de enfrentamento à emergência do antropoceno, ao mesmo tempo em que esses cinemas são compreendidos menos como uma questão de meios audiovisuais e mais como um problema da própria “cosmopolítica”.

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Biographies des auteurs

  • José Francisco Serafim, Universidade Federal da Bahia

    Professor titular da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas da UFBA. 

  • Iago Porfirio, Universidad Autónoma Metropolitana

    Doutor em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), com estágio doutoral na Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM). 

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Publiée

2026-10-19

Numéro

Rubrique

Em Pauta/Agenda

Comment citer

Serafim, J. F., & Porfirio, I. (2026). Práticas cosmopolíticas nos cinemas indígenas no Brasil: encontros interepistêmicos. MATRIZes, 20(2), 315-342. https://doi.org/10.11606/issn.1982-8160.v20i2p315-341