Interfaces comunicacionais: a comunicação em Antropologia e Sociologia
DOI :
https://doi.org/10.11606/issn.1982-8160.v20i2p173-202Mots-clés :
Human and social sciences, Communication, communication interfaces, interdisciplinarity, transdisciplinarityRésumé
O artigo investiga as interfaces entre Comunicação, Antropologia e Sociologia, verificando como essas duas áreas enfocam o termo “comunicação” para suscitar questões que discutam o caráter interdisciplinar e transdisciplinar de tais ciências. A pesquisa na plataforma SciELO (2014 a 2024), em variadas revistas brasileiras que mencionam a palavra “comunicação” no resumo, encontrou 20 artigos únicos para Antropologia, 84 para Sociologia e 30 comuns a ambas. A análise centra-se nas interfaces estabelecidas por meio de eixos temáticos e nas noções de comunicação acionadas. Em conclusão, ressalta a transdisciplinaridade como possibilidade de redução da dispersão em meio à diversidade de potenciais interfaces de outras áreas com a Comunicação.
Téléchargements
Références
Almeida, L. C. (2021). Paulo Freire: presente! Levantamento bibliográfico em Educação & Sociedade. Educação & Sociedade, 42, e254030. https://doi.org/10.1590/ES.254030
Alonso, K. M., & Silva, D. G. (2018). A educação a distância e a formação on-line: o cenário das pesquisas, metodologias e tendências. Educação & Sociedade, 39(143), 499-514. https://doi.org/10.1590/ES0101-73302018200082
Antiqueira, A. G. F. E., Garcia, R. G., Silva, L. F., & Burbarelli, M. F. C. (2024). Gestão de pessoas e avicultura integrada: impactos socioeconômicos no ambiente organizacional. Revista de Economia e Sociologia Rural, 62(4), e275086. https://doi.org/10.1590/1806-9479.2023.275086
Baboni, R. (2020). Entre experiências e diferenças nas mídias digitais: Modos de uso da #seráqueéracismo. Cadernos Pagu, (58), e205814. https://doi.org/10.1590/18094449202000580014
Badet, M. (2016). A prevalência de imaginários estereotipados do Brasil no exterior e o papel das mídias na sua manutenção. REMHU: Revista Interdisciplinar da Mobilidade Humana, 24(46), 59-75. https://doi.org/10.1590/1980-85852503880004605
Barreto, F. S., & Medeiros, I. (2020). Limites e possibilidades de agências digitais para outras urbanidades possíveis – o caso do grupo de direitos urbanos em Recife, Pernambuco. Revista Direito e Práxis, 11(1), 666-696. https://doi.org/10.1590/2179-8966/2020/48268
Berelson, B. (1959). The state of communication research. Public Opinion Quarterly, 23(1), 1-2. https://doi.org/10.1086/266840
Bernardes, C. B. (2020). Engajamento público e o uso institucional do Facebook nas assembleias legislativas da Região Sudeste. Revista de Sociologia e Política, 28(76), e003. https://doi.org/10.1590/1678-987320287603
Braga, A. (2016). Que comunicação ensina afinal o curso de Comunicação? In M. S. Bruck & M. E. Oliveira (Eds.), Atividade comunicacional em ambientes mediáticos: reflexões sobre a obra de Adriano Duarte Rodrigues (pp. 187-194). Intermeios.
Braga, J. L. W. J. G. (2004). Os estudos de interface como espaço de construção do Campo da Comunicação. Contracampo, (10-11), 219-236. https://doi.org/10.22409/contracampo.v0i10/11.542
Braga, J. L. W. J. G. (2011). Constituição do Campo da Comunicação. Verso e Reverso, 25(58), 62-77. https://doi.org/10.4013/924
Braga, J. L. W. J. G. (2015). O grau zero da comunicação. E-Compós, 18(2), 1-18. https://doi.org/10.30962/ec.1161
Braga, J. L. W. J. G. (2020). Teorias intermediárias: uma estratégia para o conhecimento comunicacional. MATRIZes, 14(2), 101-117. https://doi.org/10.11606/issn.1982-8160.v14i2p101-117
Braga, J. L. W. J. G. (2022). Comunicação como trabalho da diversidade (perspectiva e metodologia). MATRIZes, 16(3), 103-120. https://doi.org/10.11606/issn.1982-8160.v16i3p103-120
Braga, L. V., & Gomes, R. C. (2016). Participação eletrônica e suas relações com governo eletrônico, efetividade governamental e accountability. Organizações & Sociedade, 23(78), 487-506. https://doi.org/10.1590/1984-92307878
Bolzan, L. M., & Löbler, M. L. (2016). Socialização e afetividade no processo de inclusão digital: um estudo etnográfico. Organizações & Sociedade, 23(76), 130-149. https://doi.org/10.1590/1984-9230767
Brignol, L. D., & Costa, N. D. (2016). Migração e usos sociais do Facebook: uma aproximação à webdiáspora senegalesa no Rio Grande do Sul. REMHU: Revista Interdisciplinar Da Mobilidade Humana, 24(46). https://doi.org/10.1590/1980-85852503880004607
Caetano, H. (2024). Compartilhar e Informar: Comunicação Científica sobre o Uso Terapêutico de Cannabis em Plataformas Digitais. Mediações, 29(1), e48656. https://doi.org/10.5433/2176-6665.2024v29n1e48656
Carvalho, L. C. L., Clementino, V. D. R., Gomes, E. C. S., & Farias, M. S. R. (2024). Transformação digital na fruticultura: uma revisão sistemática na base Web of Science no período 2010-2021. Revista de Economia e Sociologia Rural, 62(4), e270355. https://doi.org/10.1590/1806-9479.2023.270355
Chaves, W. D. (2014). Canto, voz e presença: Uma análise do poder da palavra cantada nas folias norte-mineiras. Mana, 20(2), 249-280. https://doi.org/10.1590/S0104-93132014000200002
Cogo, D., & Riegel, V. (2016). “I’m an immigrant”: cosmopolitismo, alteridade e fluxos comunicacionais em uma campanha anti-xenofobia no Reino Unido. REMHU: Revista Interdisciplinar da Mobilidade Humana, 24(46), 23-43. https://oi.org/10.1590/1980-85852503880004603
Elhajji, M., & Malerba, J. P.. (2016). Dos usos comunitários da webradiofonia no contexto migratório transnacional. REMHU: Revista Interdisciplinar da Mobilidade Humana, 24(46), 109-127. https://doi.org/10.1590/1980-85852503880004608
Escudero, C. (2022). Os imigrantes e a cidade de São Paulo: modos de interação e sociabilidade. REMHU: Revista Interdisciplinar da Mobilidade Humana, 30(64), 191-208. https://doi.org/10.1590/1980-85852503880006412
Faria, M. D., & Casotti, L. M. (2014). Representações e estereótipos das pessoas com deficiência como consumidoras: o drama dos personagens com deficiência em telenovelas brasileiras. Organizações & Sociedade, 21(70), 387-404. https://doi.org/10.1590/S1984-92302014000300003
Farias, P. S., Cecchetto, F., & Silva, P. R. P. (2014). Homens e mulheres com H(GH). Cadernos Pagu, (42), 417-445. https://doi.org/10.1590/0104-8333201400420417
Fernandes, E. G. (2023). Inquérito policial como tática de vigilância: novas tecnologias e a criminalização dos protestos de 2013. Sociologias, 25, e–soc121116. https://doi.org/10.1590/18070337-121116
Ferrari, M. (2021). A relação educativa e a organicidade do real: um confronto entre Paulo Freire e Giovanni Gentile. Educação & Sociedade, 42, e256076. https://doi.org/10.1590/ES.256076
França, V. V. (1997). Reflexões sobre a comunicação: esse estranho objeto. Gerais, 48, 2-6.
França, V. V., & Simões, P. (2016). Curso básico de Teorias da Comunicação. Autêntica.
Freitas, J. (2014). Vidas móveis. Sociologias, 16(35), 340-352. https://doi.org/10.1590/S1517-45222014000100012
Gajanigo, P. (2024). Estrutura de sentimentos, Stimmung e atmosfera: uma proposta de sistematização do emergente mood studies. Sociologias, 26, e–soc122908. https://doi.org/10.1590/18070337-122908
Garcia-Parpet, M.-F. (2023). Slow food: a revolução pelo consumo? Sociologia de uma reclassificação de bens alimentares. Sociologias, 25, e–soc128095. https://doi.org/10.1590/18070337-128095
Giovanini, A. (2021). Mudança estrutural e serviços intermediários: algumas evidências para o limiar do século XXI. Economia E Sociedade, 30(1), 63-90. https://doi.org/10.1590/1982-3533.2020v30n1art04
Hu, J., Oktavianus, J., & Zhu, J. J. H. (2024). Is communication a dependent or involuted discipline? A citation analysis of communication publications from 2010 to 2020. Journal of Communication, 74(1), 77-87. https://doi.org/10.1093/joc/jqad039
Iribarry, I. N. (2003). Aproximações sobre a transdisciplinaridade: algumas linhas históricas, fundamentos e princípios aplicados ao trabalho de equipe. Psicologia: Reflexão e Crítica, 16(3), 483-490. https://doi.org/10.1590/S0102-79722003000300007
Job, N. (2024). Bate-sons: notas acerca de um legado e um metálogo sobre o limite do pensamento. Sociologia & Antropologia, 14(3), e240026. https://doi.org/10.1590/2238-38752024v1435
Johnson, A. G. (1997). Dicionário de sociologia: guia prático da linguagem sociológica. Zahar.
Kropf, S. P., Cerqueira, E., Lopes, T. C., & Marcondes, S. (2024). Modulando o tempo pandêmico: a ciência e a urgência da Covid-19. Tempo, 30(1), e300107. https://doi.org/10.1590/TEM-1980-542X2024v300107
Laplantine, F. (2003). Aprender antropologia. Brasiliense.
Lara, L. G. A., & Vizeu, F. (2020). Análise crítico-emancipatória de discurso: um ensaio metodológico. Organizações & Sociedade, 27(94), 484-507. https://doi.org/10.1590/1984-9270945
Leite, M. P., & Guimarães, P. C. (2015). Tudo muda, nada muda: as implicações do uso das tecnologias de informação sobre o trabalho das mulheres no setor eletroeletrônico. Cadernos Pagu, (44), 333-366. https://doi.org/10.1590/1809-4449201500440333
Lopes, J. A., Carvalho, J. M., & Leitão, F. O. (2021). Fatores de sucesso do relacionamento entre agricultores e indústria de sementes de milho. Revista de Economia e Sociologia Rural, 59(4), e229897. https://doi.org/10.1590/1806-9479.2021.229897
Lopes, M. I. V., & Romancini, R. (2018). História dos Estudos em Comunicação no Brasil: a institucionalização de um campo interdisciplinar. In I. Coutinho & A. Pereira (Eds.), INTERCOM 40 ANOS: Comunicação, memórias e historicidades (pp. 117-143). Intercom.
Martino, L. C. (2001). Interdisciplinaridade e o objeto de estudo da comunicação. In A. Hohlfeldt, L. C. Martino & V. V. França (Eds.), Teorias da Comunicação: conceitos, escolas e tendências (pp. 27-38). Vozes.
Martino, L. C. (2017). Escritos sobre epistemologia da comunicação. Sulina.
Martins, A. A. V., & Honório, L. C. (2014). Prazer e sofrimento docente em uma instituição de ensino superior privada em Minas Gerais. Organizações & Sociedade, 21(68), 79-95. https://doi.org/10.1590/s1984-92302014000100005
Marona, M., Magalhães, L. F., & Araújo, M. M. (2022). Por que são convocadas as Audiências Públicas no Supremo Tribunal Federal?. Revista de Sociologia e Política, 30, e016. https://doi.org/10.1590/1678-98732230e016
Marques, J. C., & Góis, P. (2021). A diáspora lusitana contemporânea. Associações e outras redes sociais na emigração portuguesa. REMHU: Revista Interdisciplinar da Mobilidade Humana, 29(62), 31-48. https://doi.org/10.1590/1980-85852503880006203
Marzochi, S. F. (2015). O “animal eletrônico”: dilemas do ciberativismo verde. Caderno CRH, 28(73), 127-145. https://doi.org/10.1590/S0103-49792015000100009
Moreira, G. (2020). A educomunicação e os sertões do século XXI. Educação & Sociedade, 41, e221403. https://doi.org/10.1590/ES.221403
Navarro, A. G. (2022). Modos de fabricar o corpo nas estearias: estudo arqueológico das estatuetas dos povos palafíticos do Maranhão. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciências Humanas, 17(1), e20210005. https://doi.org/10.1590/2178-2547-BGOELDI-2021-0005
Neris Jr., C., Fucidji, J. R., & Gomes, R. (2014). Trajetórias tecnológicas da indústria de telefonia móvel: um exame prospectivo de tecnologias emergentes. Economia e Sociedade, 23(2), 395-431. https://doi.org/10.1590/S0104-06182014000200005
Nunes, E. S. (2024). O Mal está neste chão: sobre as composições nas práticas de cura karajá e o regime de comunicação dos espíritos. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciências Humanas, 19(1), e20230027. https://doi.org/10.1590/2178-2547-BGOELDI-2023-0027
Oliveira, A. R. (2018). Técnicas de estragar os outros: sobre a ética xamânica na fronteira Brasil-Guiana. Horizontes Antropológicos, 24(51), 51-78. https://doi.org/10.1590/S0104-71832018000200003
Oliveira, J. C. (2015). Ensaio sobre práticas cosmopolíticas entre famílias Wajãpi sobre a imaginação, o sensível, o xamanismo e outras obviedades. Mana, 21(2), 297-322. https://doi.org/10.1590/0104-93132015v21n2p297
Onuma, F. M. S. (2020). Contribuição da análise crítica do discurso em Norman Fairclough para além de seu uso como método: novo olhar sobre as organizações. Organizações & Sociedade, 27(94), 585-607. https://doi.org/10.1590/1984-9270949
Palmieri, E. (2024). O lugar da crítica na teoria dos meios de comunicação de massa de Niklas Luhmann. Tempo Social, 36(2), 203-215. https://doi.org/10.11606/0103-2070.ts.2024.223036
Pelúcio, L. (2015). Unfaithful narratives: methodological and affective notes about experiences of masculinity in a dating website for married people. Cadernos Pagu, (44), 31-60. https://doi.org/10.1590/1809-4449201500440031
Penteado, C. C., & Fortunato, I. (2015). Mídia e políticas públicas: possíveis campos exploratórios. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 30(87), 129-141. https://doi.org/10.17666/3087129-141/2015
Penteado, C. L. D. C., Santos, M. B. P., & Araújo, R. D. P. A. (2014). Democracia, Sociedade Civil Organizada e Internet: estratégias de articulação online da Rede Nossa São Paulo. Sociologias, 16(36), 206-235. https://doi.org/10.1590/15174522-016003613
Rabossi, F. (2023). Da saúde ao crime: reinscrevendo os problemas do cigarro. Dilemas: Revista de Estudos de Conflito e Controle Social, 16(3), e54931. https://doi.org/10.4322/dilemas.v16.n.3.54931
Rizzi, J. A., Bianco, M. F., & Souza, E. M. (2020). Renormalizações do trabalho e infidelidades do meio na indústria vidreira: uma análise ergológica. Organizações & Sociedade, 27(95), 757-786. https://doi.org/10.1590/1984-9270956
Rosenthal, G. (2014). História de vida vivenciada e história de vida narrada: A interrelação entre experiência, recordar e narrar. Civitas – Revista De Ciências Sociais, 14(2), 227-249. https://doi.org/10.15448/1984-7289.2014.2.17116
Rossi, T. C. (2017). Feminilidade e suas imagens em mídias digitais: Questões para pensar gênero e visualidade no século XXI. Tempo Social, 29(1), 234-255. https://doi.org/10.11606/0103-2070.ts.2017.103981
Salgado, T. B. P., & Mattos, M. Â. (2020). De volta à comunicação: um percurso histórico-etimológico. Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicación, 18(32), 48-58. https://doi.org/10.55738/alaic.v18i32.575
Salgado, T. B. P., & Mattos, M. Â. (2022a). Abordagens epistemológicas comunicacionais brasileiras em 20 anos da Compós. In T. B. P. Salgado & M. Â. Mattos (Eds.), Percursos Epistemológicos Comunicacionais no Brasil: 20 anos do GT de Epistemologia da Comunicação da Compós (pp. 27-56). Cegraf UFG.
Salgado, T. B. P., & Mattos, M. Â. (2022b). Indícios de colonialidade no pensamento comunicacional brasileiro: o primeiro quadriênio online da Compós (2000-2003). Intercom - Revista Brasileira de Ciências da Comunicação, 45, e2022103. https://doi.org/10.1590/1809-58442022103pt
Salgado, T. B. P., Mattos, M. Â., & Silva, P. I. R. (2022). Histórico da pesquisa teórica em Comunicação na Intercom: metapesquisa do GP Teorias da Comunicação (2011 a 2020). In L. Signates & R. P. Borges (Eds.), Centralidade da comunicação: esforços teóricos e novos cenários comunicacionais (pp. 85-112). Cegraf UFG.
Salgado, T. B. P., & Oliveira, L. (2022). Autocrítica como enfrentamento à colonialidade das abordagens comunicacionais brasileiras. Chasqui - Revista Latinoamericana de Comunicación, 150, 113-128. https://doi.org/10.16921/chasqui.v0i150.4702
Santos, M. S. (2021). Memória e ditadura militar: Lembrando as violações de direitos humanos. Tempo Social, 33(2), 289-309. https://doi.org/10.11606/0103-2070.ts.2021.177990
Schramm, W. (1997). The Beginnings of Communication Study in America: A Personal Memoir. Sage.
Schütze, F. (2014). Análise sociológica e linguística de narrativas. Civitas: Revista de Ciências Sociais, 14(2), e11-e52. https://doi.org/10.15448/1984-7289.2014.2.17117
Signates, L. (2015). Da exogenia aos dispositivos: roteiro para uma teorização autônoma da comunicação. Líbero, 18(36), 143-151.
Signates, L. (2024). Tensões comunicacionais: fundamentos metateóricos para o objeto da ciência da comunicação. Questões Transversais, 11(21). https://doi.org/10.4013/qt.2023.1121.10
Signates, L. (2025). Metateoria das tensões comunicacionais. Cegraf UFG.
Silva, L. S. (2014). Agora abaixe o som: UPPS, ordem e música na cidade do Rio de Janeiro. Caderno CRH, 27(70), 165-179. https://doi.org/10.1590/S0103-49792014000100012
Silva, M. M. (2024). A construção de um improvável herói esportivo: o capoeira Cyriaco (1909-1925). Tempo, 30(1), e300104. https://doi.org/10.1590/TEM-1980-542X2024v300104
Silva, R. M. D. (2022). Educação, patrimônios e comunicação intercultural em escolas públicas no sul do Brasil. Educação & Sociedade, 43, e255256. https://doi.org/10.1590/ES.255256
Sousa, D. N., Amodeo, N. B. P., Macedo, A. S., & Milagres, C. S. F. (2014). A comunicação na articulação agroindustrial entre uma cooperativa central, suas cooperativas singulares e cooperados. Revista de Economia e Sociologia Rural, 52(3), 495-514. https://doi.org/10.1590/S0103-20032014000300005
Spiess, M. R., & Mattedi, M. A. (2020). Eventos científicos: da Pirâmide Reputacional aos círculos persuasivos. Sociedade e Estado, 35(2), 441-471. https://doi.org/10.1590/s0102-6992-202035020004
Thiago, F., Kubo, E. K. M., Pamplona, J. B., & Farina, C. M. (2020). Estilo de gestão de produtores rurais. Revista de Economia e Sociologia Rural, 58(2), e188254. https://doi.org/10.1590/1806-9479.2020.188254
Torrico, E. (2019). Para uma Comunicação ex-cêntrica. MATRIZes, 13(3), 89-107. https://doi.org/10.11606/issn.1982-8160.v13i3p89-107
Varão, R. (2010). Notas sobre o mito dos quatro fundadores do campo comunicacional: coisas que ninguém nunca viu antes e pensamentos que ninguém teve. Líbero, 13(25), 77-86.
Vieira, M. A., & Ceretta, P. S. (2024). Impacto das tecnologias da informação e comunicação sobre o crescimento econômico em escala global. Economia e Sociedade, 33(2), e238408. https://doi.org/10.1590/1982-3533.2024v33n2.238408
Vinholis, M. M. B., Carrer, M. J., Souza Filho, H. M., & Bernardo, R. (2022). Sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta no estado de São Paulo: estudo multicasos com adotantes pioneiros. Revista de Economia e Sociologia Rural, 60(1), e234057. https://doi.org/10.1590/1806-9479.2021.234057
Wainberg, J. A. (2014). A narrativa utópica contemporânea: o califado, o martírio e a violência política. Civitas: Revista de Ciências Sociais, 14(3), e53-e66. https://doi.org/10.15448/1984-7289.2014.3.14885
Téléchargements
Publiée
Numéro
Rubrique
Licence

Ce travail est disponible sous licence Creative Commons Attribution - Pas d’Utilisation Commerciale - Partage dans les Mêmes Conditions 4.0 International.
Les auteurs qui publient dans ce journal acceptent les termes suivants:
- Les auteurs conservent le droit d'auteur et accordent à la revue le droit de première publication, le travail étant concédé simultanément sous la licence Creative Commons Attribution (CC BY-NC-SA 4.0) qui permet le partage de l'œuvre avec reconnaissance de la paternité et de la publication initiale dans cette revue à des fins non commerciales.
- Les auteurs sont autorisés à assumer des contrats supplémentaires séparément, pour une distribution non exclusive de la version de l'ouvrage publiée dans cette revue (par exemple, publication dans un référentiel institutionnel ou en tant que chapitre de livre), avec reconnaissance de la paternité et de la publication initiale dans cette revue.



















