A violência contra mulheres brasileiras no exterior: Um registro a partir da mídia tradicional e alternativa
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.1982-8160.v20i2p343-359Parole chiave:
emigração brasileira, violência contra mulher, mídia tradicional e alternativa, registros midiáticosAbstract
Este trabalho estuda o tema da violência contra mulheres brasileiras no exterior de forma interdisciplinar, envolvendo os estudos da comunicação, a partir da ideia de natureza memorialística da mídia, e de gênero, com a aplicação do conceito de interseccionalidade. De abordagem qualitativa e natureza exploratória, faz uso de análise de conteúdo integrada de veículos de mídia tradicional e alternativa, de modo a capturar processos de abordagem e discussão do tema em diferentes ambientes midiatizados. Evidencia-se a diversidade de registros das situações de violência envolvendo emigrantes brasileiras, com ênfase nas condições sociais do deslocamento transnacional responsável por configurar as interações entre os agentes envolvidos.
Downloads
Riferimenti bibliografici
Andrade, C. B., Ribeiro, F. M. L., Mendes, C. H. F., Evangelista-Poderoso, R., Leitão, B. S., & Abelson, M. I. R. S. (2026). Violências interseccionais e a saúde de mulheres migrantes no Brasil e de brasileiras no exterior: Uma revisão de escopo. Cadernos Saúde Pública, 42, e00197625. https://doi.org/10.1590/0102-311XPT197625
Aquino, L., Alencar, J., & Stuker, P. (Orgs.). (2021). A Aplicação da Lei Maria da Penha em cena: Atores e práticas na produção de justiça para mulheres em situação de violência. Ipea.
Barbosa, M. (2004). Jornalistas, senhores da memória? [Apresentação de Trabalho]. 4º Encontro dos Núcleos de Pesquisa da Intercom, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil.
Brasileiros no exterior. (2025). Página Dados. https://www.brasileirosnoexterior.org/dados-análises
Bourdieu, P. (2009). O poder simbólico. Bertrand Brasil.
Brignol, L. D. (2020). Comunicação midiática e migrações transnacionais: Percursos de análise da representação midiática à webdiáspora senegalesa. In G. Redin (Org.), Migrações internacionais: Experiências e desafios para a proteção e promoção de direitos humanos no Brasil (pp. 207-225). Editora UFSM.
Brinkerhoff, J. M. (2009). Digital diasporas: Identity and transnational engagement. Cambridge University Press.
Câmara dos Deputados. (2019, 26 de junho). Defesa dos direitos da mulher – Violência contra brasileiras no exterior [Vídeo]. YouTube. https://www.youtube.com/watch?v=QH9WM1pW9zg
Cerqueira, D. R. C., & Bueno, S. (Coords.). (2025). Atlas da violência 2025. Ipea.
Cogo, D. (2010). A comunicação cidadã sob o enfoque do transnacional. Intercom: Revista Brasileira de Ciências da Comunicação, 33(1), 81-103. https://doi.org/10.1590/rbcc.v33i1.148
Collins, P. H., & Bilge, S. (2021). Interseccionalidade. Boitempo.
Economic Commission for Latin America and the Caribbean. (2026). Femicidal violence in figures: Latin America and the Caribbean. https://repositorio.cepal.org/server/api/core/bitstreams/0450c9be-6129-4541-8b96-4e521c96386d/content
Escudero, C., & ElHajji, M. (2021). As comunidades latinas de São Paulo e sua comunicação webdiaspórica. Comunicação & Inovação, 22(48), 97-114.
g1. (2022). Sobre o g1. https://g1.globo.com/institucional/sobre-o-g1.ghtml
Herrera, G. (2013). Más allá de los cuidados. Revisitando la relación entre género, migración y desarrollo a partir de la experiencia de la migración andina. E-DHC: Quaderns Electrònics sobre el Desenvolupament Humà i la Cooperació, 1, 22-37.
International Organization for Migration. (2025). Página Inicial. https://www.iom.int
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (2025). Site oficial. https://www.ibge.gov.br
Instituto Patrícia Galvão. (2016). Dossiê Feminicídio. https://dossies.agenciapatriciagalvao.org.br/feminicidio/
Maia, R. C. M., Inês, L. S., Miola, E., & Marques, G. (2022). Análise de conteúdo integrada. In R. C. M. Maia (Org.), Métodos de pesquisa em comunicação política (pp. 81-108). EDUFBA.
Marinucci, R. (2007). Feminization of migration?. Revista Interdisciplinar da Mobilidade Humana, 15(29), 5-22.
Martins, A. P. A., Cerqueira, D., & Matos, M. (2015). Nota técnica n. 13: A institucionalização das políticas públicas de enfrentamento à violência contra as mulheres no Brasil (versão preliminar). Ipea.
Ministério das Relações Exteriores. (2024). Comunidades brasileiras no exterior: Ano-base 2023. Secretaria de Comunidades Brasileiras e Assuntos Consulares e Jurídicos.
Ministério das Mulheres & Ministério das Relações Exteriores. (2024). Prevenção de Violências contra Mulheres Brasileiras no Exterior: Cartilha. https://www.gov.br/mre/pt-br/assuntos/portal-consular/cartilhas/cartilha-mulheres-2024.pdf
Organização Internacional para as Migrações. (2022). Empoderando a diáspora sul-americana como agente do desenvolvimento sustentável. OIM.
Paiva, R. (2007). Para reinterpretar a comunicação comunitária. In R. Paiva (Org.), O retorno da comunidade: Os novos caminhos do social (pp. 133-148). Mauad X.
Peruzzo, C. M. K. (2002). Comunidades em tempo de rede. In C. M. K. Peruzzo, D. Cogo, & G. Kaplún (Orgs.), Comunicación y movimientos populares: ¿Cuales redes? (pp. 275-298). Editora Unisinos.
Pinheiro, F. (1996). Jornalismo alternativo; alternativa do jornalismo. In R. M. R. Santos, Memórias II Gamacom – Ideologia & Poder da Comunicação Alternativa (pp. 64-79). Editora Central da UGF.
Rede de apoio às vítimas brasileiras de violência doméstica; Europa & Consulado-Geral do Brasil em Amsterdã. (2023). Reflexões sobre os painéis do evento “Violência doméstica & de Gênero” nos Países-Baixos. Revibra Europa.
Schiller, N. G., Basch, L., & Blanc-Szanton, C. (1992). Transnationalism: A new analytic framework for understanding migration. Annals of the New York Academy of Sciences, 645(1), 1-24. https://doi.org/10.1111/j.1749-6632.1992.tb33484.x
Smets, K., Leurs, K., Georgiou, M., Witteborn, S., & Gajjala, R. (Eds.). (2020). The SAGE handbook of media and migration. Sage.
Traquina, N. (2005). Teorias do jornalismo: Porque as notícias são como são (2a ed.). Insular.
Tribunal Superior Eleitoral. (2025). Página Inicial. https://www.tse.jus.br
Vicente, M. M. (2009). História e comunicação na ordem internacional. Cultura Acadêmica.
Dowloads
Pubblicato
Fascicolo
Sezione
Licenza

Questo volume è pubblicato con la licenza Creative Commons Attribuzione - Non commerciale - Condividi allo stesso modo 4.0 Internazionale.
Gli autori che pubblicano in questa rivista accettano i seguenti termini:
- Gli autori mantengono il copyright e concedono alla rivista il diritto alla prima pubblicazione, con il lavoro simultaneamente concesso in licenza in base alla Licenza di attribuzione Creative Commons (CC BY-NC-SA 4.0) che consente la condivisione dell'opera con riconoscimento di paternità e pubblicazione iniziale in questo giornale per scopi non commerciali.
- Gli autori sono autorizzati ad assumere contratti aggiuntivi separatamente, per la distribuzione non esclusiva della versione dell'opera pubblicata in questa rivista (ad esempio, pubblicazione in un archivio istituzionale o come capitolo di un libro), con riconoscimento di paternità e pubblicazione iniziale in questa rivista.



















