Penso, logo existo?
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.1982-8160.v20i2p363-367Parole chiave:
Razão, razão desumana, capitalismo, linguagem, pensamentoAbstract
Fenômenos complexos e contemporâneos como algoritmos, Inteligência Artificial e desinformação revelam uma nova forma de capitalismo, transformam as relações de comunicação e impõem outras condições às Ordens do Simbólico e do Imaginário. Todas estas situações são analisadas por Eugênio Bucci, no livro A razão desumana: cultura e informação na era da desinformação inculta (e sedutora) como produtos de uma razão desumana, a partir do qual se desenvolve esta resenha, que aborda seus principais conceitos. Sua proposta é uma oposição ao sentido de razão, considerando um sujeito que pensa e é provido de linguagem: na razão desumana, a técnica é elevada à segunda potência e age por meio do capitalismo, que extrai os dados das pessoas e ainda gera uma inversão da cultura. Nesse agir, a máquina faz o espírito se desprender do humano, isto é, do pensamento, e extrai dele a possibilidade de sentir e pensar. A retomada dessas condições pode representar a recuperação da razão como característica particularmente humanística.
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Riferimenti bibliografici
Band Jornalismo. (2025, 31 de outubro). Vladimir Herzog ‘conversa’ com ajuda da Inteligência Artificial [Vídeo]. YouTube. https://www.youtube.com/watch?v=weq8rnKNJjw
Descartes, R. (2011). Discurso do método. Nova Fronteira.
Folha de S.Paulo. (2025, 12 de dezembro). SBT ‘ressuscita’ Silvio Santos com IA no lançamento do SBT News [Vídeo]. YouTube. https://www.youtube.com/watch?v=ZWiJNAkbHX0
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