Como Julie Doucet se autorepresenta em Meu Diário de Nova York
DOI:
https://doi.org/10.11606/2316-9877.2025.v14.e241832Palabras clave:
História em quadrinhos, Identidade, Metáfora visual, Quadrinhos autobiográficos, Julie Doucet (autora)Resumen
Partindo da semiologia das imagens, este artigo tem como objetivo destacar a forma com que Julie Doucet se autorepresentou na obra Meu Diário de Nova York. Para alcançar o objetivo proposto, buscou-se como percurso metodológico realizar uma análise reflexiva, tendo em vista que ao explorar um quadro numa história em quadrinho conforme sua semiologia, vários códigos são mencionados, inclusive o código pictórico que inspirou essa reflexão. Dentro desse contexto, as imagens nos quadrinhos podem agregar significados de múltiplas maneiras e, simultaneamente, esses elementos desempenham funções de inúmeros signos que se buscou observar. Foi possível constatar, que em um único requadro estático de um quadrinho, conseguimos encontrar códigos da expressão humana e gestual, além de códigos espaciais e as possibilidades de códigos temporais e narrativos.
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Referencias
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