Como Julie Doucet se autorepresenta em Meu Diário de Nova York

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.11606/2316-9877.2025.v14.e241832

Palabras clave:

História em quadrinhos, Identidade, Metáfora visual, Quadrinhos autobiográficos, Julie Doucet (autora)

Resumen

Partindo da semiologia das imagens, este artigo tem como objetivo destacar a forma com que Julie Doucet se autorepresentou na obra Meu Diário de Nova York. Para alcançar o objetivo proposto, buscou-se como percurso metodológico realizar uma análise reflexiva, tendo em vista que ao explorar um quadro numa história em quadrinho conforme sua semiologia, vários códigos são mencionados, inclusive o código pictórico que inspirou essa reflexão. Dentro desse contexto, as imagens nos quadrinhos podem agregar significados de múltiplas maneiras e, simultaneamente, esses elementos desempenham funções de inúmeros signos que se buscou observar. Foi possível constatar, que em um único requadro estático de um quadrinho, conseguimos encontrar códigos da expressão humana e gestual, além de códigos espaciais e as possibilidades de códigos temporais e narrativos. 



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Biografía del autor/a

  • Ana Carolina Oliveira, Universidade Federal do Rio de Janeiro

    Pesquisadora e especialista em histórias em quadrinhos autobiográficas. Doutoranda em Artes Visuais e Mestre em Mídias Criativas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), reconhecida com o 37º Troféu HQ Mix. Foi pesquisadora visitante na OCAD University, em Toronto, onde aprofundou seus estudos sobre autobiografia em quadrinhos. Graduada em Gravura pela Escola de Belas Artes da UFRJ, publicou em 2024 seu primeiro quadrinho autobiográfico, Purgatório: a cozinha fica aqui, vencedor do Latin American Design Awards e finalista do Troféu HQ Mix e do 15º Prêmio Brasileiro de Design..

Referencias

BARTHES, Roland. O óbvio e o obtuso: ensaios sobre fotografia, cinema, teatro e música. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990.

DOUCET, Julie. Meu diário de Nova York. São Paulo: Veneta, 2022.

LEJEUNE, Philippe. O pacto autobiográfico: de Rousseau à Internet. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2008.

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POSTEMA, Barbara. Estrutura narrativa nos quadrinhos. São Paulo: Editora Peirópolis, 2018.

Publicado

2026-01-31

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

Oliveira, A. C. (2026). Como Julie Doucet se autorepresenta em Meu Diário de Nova York. 9ª Arte (São Paulo), 14, e241832. https://doi.org/10.11606/2316-9877.2025.v14.e241832