Das tiras-sanfonadas de Moxoxo e Carpadia aos ZiNiQues
DOI :
https://doi.org/10.11606/2316-9877.Dossie.2024.e231064Mots-clés :
Design, Fanzines, História em quadrinhos, Quadrinhos independentes, ZinesRésumé
A ligação entre fanzines e histórias em quadrinhos no Brasil é notória. Entre 1980 e 1990, grande parte da produção nacional advinha de autores publicando em fanzines, devido à dificuldade de estarem em editoras comerciais. Embora atualmente os quadrinhos nacionais já tenham conquistado espaço, muitos autores ainda criam histórias de maneira independente. O trabalho da artista Martinique Schultz (aka Nique), com seus personagens publicados em zines em tiras “sanfonadas” e mostrados na Internet, é exemplo dessa postura independente. Schultz também criou artezines, dobraduras com designs diferenciados e composições poéticas em um projeto inovador formal e conceitual. Este artigo foca na relação entre as histórias em quadrinhos/tiras/zines e artezines a partir do trabalho de Nique, apoiando-se nos referenciais apontados por Andraus, Batey, Guerra, Magalhães e Zavam.
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