O tédio em Madame Bovary: justificativa ou condenação?

Autores

  • Grace Alves da Paixão Universidade Federal do Espírito Santo image/svg+xml
  • Anaximandro Oliveira Santos Amorim Aliança Francesa de Vitória

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2316-3976.v7i13p45-60

Palavras-chave:

Madame Bovary, Gustave Flaubert, Tédio, Telma Boudou

Resumo

O presente trabalho tem como objetivo mostrar como o tédio da personagem Madame Bovary (do romance homônimo) foi a causa do escândalo e, por conseguinte, do processo judicial de Gustave Flaubert, autor do romance. Assim, propõe-se um artigo de quatro partes: uma na qual se fala do autor; uma na qual se fala da obra; uma na qual se fala do processo propriamente dito (e como a linguagem foi questão importante aí); e outra em que se analisa a questão mesma do tédio graças a passagens do romance. Para isso, adota-se uma metodologia de revisão bibliográfica, tendo como base o livro Madame Bovary no tribunal do júri: do crime ao castigo? (2011), da professora Telma Boudou.

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Biografia do Autor

  • Grace Alves da Paixão, Universidade Federal do Espírito Santo

    Professora de língua e literatura francesa da Universidade Federal do Espírito Santo, Doutora em Letras-Francês, área de concentração em língua, literatura e estudos tradutológicos pela USP.

  • Anaximandro Oliveira Santos Amorim, Aliança Francesa de Vitória

    Advogado, pós-graduado em Direito Processual Civil pela Estácio de Sá, graduando em Letras Português-Francês pela Ufes, professor da Aliança Francesa de Vitória/ES.

Referências

Publicado

2018-06-30

Edição

Seção

ESTUDOS LITERÁRIOS

Como Citar

Paixão, G. A. da, & Amorim, A. O. S. (2018). O tédio em Madame Bovary: justificativa ou condenação?. Non Plus, 7(13), 45-60. https://doi.org/10.11606/issn.2316-3976.v7i13p45-60