Estratificación sexual e interseccionalidad en la cobertura informativa de los feminicidios
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2238-7714.no.2025.e140111Palabras clave:
Periodismo, Género, Prácticas sexuales, Feminicidio, InterseccionalidadResumen
Este artículo propone una discusión conceptual y metodológica para la cobertura de los feminicidios a partir de los conceptos de “interseccionalidad” (Collins, 2019, 2022; Collins, Bilge, 2021) y “estratificación por sexo” (Rubin, 2017). Constituyendo una investigación que indaga sobre la cobertura de estos crímenes en Santa Catarina entre 2015 y 2021, el artículo analiza los diferentes sentidos atribuidos en el periodismo - a partir de la presunta vida sexual de las mujeres - a las muertes por feminicidio. Desde una perspectiva interseccional, es particularmente importante destacar cómo las relaciones entre víctimas y sospechosos se enmarcan de diferentes maneras en función de distintos marcadores sociales de diferencia. Entre los resultados del análisis realizado a partir de los conceptos utilizados, se concluye que el periodismo promueve significados que estimulan la jerarquización de las prácticas sexuales, indicando que las políticas del sexo operan en la práctica periodística, determinando qué muertes son aceptables o inaceptables para la sociedad.
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