Alegorias do Arbítrio

o Pedestre (1966) em diálogo com Manhã Cinzenta (1969)

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2238-7714.no.2020.164122

Palabras clave:

Ditadura militar, Cinema brasileiro, O Pedestre, Manhã Cinzenta, Alegorias

Resumen

Este artigo tem como objeto de estudo o curta-metragem O Pedestre (1966), de Otoniel Santos Pereira, trazendo à luz sua situação e importância dentro do cinema brasileiro, e sua relevância especial enquanto um dos filmes que atuam como reação ao Golpe Civil-Militar de 1964. É fundamental destacar seu papel enquanto alegoria, recurso bastante presente no cinema brasileiro em tempos autoritários. Também se pretende colocá-lo, por assim dizer, em diálogo (e comparação) com Manhã Cinzenta (1969), de Olney São Paulo – este, por sua vez, filme-síntese do contexto do Ato Institucional nº 5. Os dois curtas atuariam como um conjunto de alegorias do arbítrio, trazendo elementos essenciais em comum, entre os quais a ambiência da distopia e emblemas da ficção científica.

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Biografía del autor/a

  • Andre Gustavo de Paula Eduardo, Anhembi Morumbi University

    Pesquisador de cinema brasileiro e Dou­torando pelo Programa de Pós-gradua­ção em Comunicação da Universidade Anhembi Morumbi – UAM/SP. Mestre em Comunicação pela Unesp-SP e gradu­ado em Jornalismo pela mesma institui­ção.

  • Felipe Abramovictz, Anhembi Morumbi University

    Pesquisador de cinema brasileiro e Mes­tre pelo Programa de Comunicação da Universidade Anhembi Morumbi – UAM/SP. Bacharel em Comunicação e Multimeios pela PUC-SP.

Referencias

Publicado

2020-07-13

Número

Sección

ARTIGOS

Cómo citar

Eduardo, A. G. de P., & Abramovictz, F. (2020). Alegorias do Arbítrio: o Pedestre (1966) em diálogo com Manhã Cinzenta (1969). Novos Olhares, 9(1), 230-244. https://doi.org/10.11606/issn.2238-7714.no.2020.164122