Alegorias do Arbítrio
o Pedestre (1966) em diálogo com Manhã Cinzenta (1969)
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2238-7714.no.2020.164122Palabras clave:
Ditadura militar, Cinema brasileiro, O Pedestre, Manhã Cinzenta, AlegoriasResumen
Este artigo tem como objeto de estudo o curta-metragem O Pedestre (1966), de Otoniel Santos Pereira, trazendo à luz sua situação e importância dentro do cinema brasileiro, e sua relevância especial enquanto um dos filmes que atuam como reação ao Golpe Civil-Militar de 1964. É fundamental destacar seu papel enquanto alegoria, recurso bastante presente no cinema brasileiro em tempos autoritários. Também se pretende colocá-lo, por assim dizer, em diálogo (e comparação) com Manhã Cinzenta (1969), de Olney São Paulo – este, por sua vez, filme-síntese do contexto do Ato Institucional nº 5. Os dois curtas atuariam como um conjunto de alegorias do arbítrio, trazendo elementos essenciais em comum, entre os quais a ambiência da distopia e emblemas da ficção científica.
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