Comunicación Y Experiencia Estética: una revisión crítica de dos conceptos y su articulación
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2238-7714.no.2025.e140107Palabras clave:
comunicación, estética, epistemología, teoría de la comunicación, experiencia estéticaResumen
Este ensayo realiza una revisión crítica de la estructura conceptual que circula en torno del área “Comunicación Y Experiencia Estética”, presente en el campo brasileño de Comunicación desde 2007, pero que no ha consolidado un concepto comunicacional de experiencia estética, en lo que puede ser visto como una falta de singularidad disciplinar. El texto lanza la hipótesis de que eso ocurre por causa de la llamada “crisis paradigmática” no solo de la Comunicación, sino también de la Estética, que viene sufriendo críticas de áreas distintas. Frente a eso, son presentados los motivos para esos crises, y algunas corrientes teóricas en las cuales la Comunicación y la Estética pueden se apoyar para construir bases conceptuales más estables.
Descargas
Referencias
Almeida, G. M. R., & Cardoso Filho, J. (Eds.) (2020). Comunicação, estética e política: epistemologias, problemas e pesquisas. Appris.
Almeida, G. M. R., & Marconi, D. (2021). Trabalhar imagens, reparar o visível: a política da imagem como prática reparadora. Trabalho apresentado no XXX Encontro anual da Compós. https://proceedings.science/compos/compos-2021/trabalhos/trabalhar-imagens-reparar-o-visivel-a-politica-da-imagem-como-pratica-reparadora?lang=pt-br
Almeida, G. M. R. de; Marconi, D. (2023). In search of a queer pathos: connections between Aby Warburg and queer studies. Acta Poética, 44(2), 149-169. https://revistas-filologicas.unam.mx/acta-poetica/index.php/ap/article/view/937
Andrade, V.; Felinto, E (2005). A vida dos objetos: um diálogo com o pensamento da materialidade da comuni-cação. Contemporânea, 3(1), 75-94. https://doi.org/10.9771/contemporanea.v3i1.3448
Baumgarten, A. G. (2012). Estética. In R. Duarte (Eds.). O belo autônomo: textos clássicos de estética (p. 71-92). Autêntica Editora.
Bogado, A., & Cardoso Filho, J. (2021). Águas da Baía e do Paraguaçu: paixões e política na obra da Rosza Fil-mes”. Trabalho apresentado no XXX Encontro anual da Compós. https://proceedings.science/compos/compos-2021/trabalhos/aguas-da-baia-e-do-paraguacu-paixoes-e-politica-na-obra-da-rosza-filmes?lang=pt-br
Bourdieu, P. (2015). A distinção: crítica social do julgamento. Editora Zouk.
Brasil, A (2011). A Performance: entre o vivido e o imaginado. Trabalho apresentado no XX Encontro Anual da Compós. https://proceedings.science/compos/compos-2011/trabalhos/a-performance-entre-o-vivido-e-o-imaginado?lang=pt-br
Buck-Moors, S. (1992). Aesthetics and anaesthetics: Walter Benjamin's artwork essay reconsidered. October, 62, 3-41. https://doi.org/10.2307/778700
Cardoso Filho, J. L. C (2010). Práticas de escuta do rock: experiência estética, mediações e materialidades da comu-nicação. (Tese de Doutorado, Programa de Pós-graduação em Comunicação Social, Universidade Federal de Minas Gerais). https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/BUOS-8DPJCV
Cardoso Filho, J., Duarte, E., & Mendonça, C. M. C. (Org.) (2016). Comunicação e sensibilidade: pistas metodológi-cas. PPGCOM UFMG.
Cardoso Filho, J., Mendonça, C. M. C., & Picado, B. (Org.) (2014). Experiência estética e performance. Edufba.
Descola, P. (2023). As formas do visível: uma antropologia da figuração. Editora 34.
Deleuze, G., & Guattari, F (2010). O que é a filosofia? Editora 34.
Dewey, J. (2010). Arte como experiência. Martins Fontes.
Eagleton, T. (2010). A ideologia da estética. Editora Zahar.
Fausto, C. (2023). Ardis da arte: imagem, agência e ritual na Amazônia. Editora da Universidade de São Paulo.
França, V. (2016). O objeto e a pesquisa em comunicação: uma abordagem relacional. In M. I. V. Lopes, & C. P. Moura (Eds.). Pesquisa em comunicação: metodologias e práticas acadêmicas (p. 153-174). EDIPUCRS.
França, V., & Simões, P. (2016). Curso básico de teorias da comunicação. Autêntica Editora.
Gell, A. (2018). Arte e agência. Editora Ubu.
Greiner, C. (2006). O corpo: pistas para estudos indisciplinares. Annablume.
Greiner, C. (2010). O corpo em crise: novas pistas e o curto-circuito das representações. Annablume.
Guimarães, C. (2006). O que ainda podemos esperar da experiência estética? In C. Guimarães, B. S. Leal, & C. M. C. Mendonça (Eds.). Comunicação e experiência estética (p. 13-26). Editora UFMG.
Guimarães, C., Leal, B. S., & Mendonça, C. M. C. (Eds.) (2006). Comunicação e experiência estética. Editora UFMG.
Guimarães, C.; Leal, B. S., & Mendonça, C. M. C. (Eds.) (2011). Entre o sensível e o comunicacional. Autêntica.
Gumbrecht, H. U. (2010). Produção de presença: o que o sentido não consegue transmitir. Editora PUC Rio.
Gutmann, J. F. (2021) Audiovisual em rede: derivas conceituais. Fafich/Selo PPGCOM/UFMG.
Lopes, D. (2006). Da estética da comunicação a uma poética do cotidiano. In C. Guimarães, B. S. Leal, & C. M. C. Mendonça (Eds.). Comunicação e experiência estética (p. 117-152). Editora UFMG.
Marques, Â. C. S. (2011) Relações entre comunicação, estética e política: uma abordagem pragmática. Trabalho apresentado no XX Encontro anual da Compós. https://proceedings.science/compos/compos-2011/trabalhos/relacoes-entre-comunicacao-estetica-e-politica-uma-abordagem-pragmatica?lang=pt-br
Mendonça, C. M. C., & Moriceau, J (2016). Afetos e experiência estética: uma abordagem possível. In J. Cardoso Filho, E. M. Duarte, & C.
M. C. Mendonça (Eds.) Comunicação e sensibilidade: pistas metodológicas (pp. 78-98). PPGCOM UFMG.
Michaud, É. (2024). As invasões bárbaras: uma genealogia da história da arte. Editora WMF Martins Fontes.
Picado, B. (2016). Materialidades e tecnologias da comunicação: um falso início para o que há de comunicacio-nal na experiência estética. In J. Cardoso Filho, E. M. Duarte, & C. M. C. Mendonça, (Eds.) Comunicação e sensi-bilidade: pistas metodológicas (pp. 120-140). PPGCOM UFMG.
Rancière, J. (2009). A Partilha Do Sensível: estética e política. Editora 34.
Regis, F. (2022). Cognição e afeto na comunicação: conectando corpo, mente, meio e tecnologia. Editora Sulina.
Rüdiger, F. (2022). Epistemologia da comunicação no Brasil: ensaios críticos sobre teoria da ciência. Editora Milfon-tes.
Sá, S. P. (2016). Cultura material, gostos e afetos para além da noção de presença. In J. Cardoso Filho, E. M. Duarte, & C. M. C. Mendonça (Eds.) Comunicação e sensibilidade: pistas metodológicas (pp. 141-164). PPGCOM UFMG.
Schaeffer, J. M. (2005). Adiós a la estética. A. Machado Libros S.A.
Schaeffer, J. M. (2012). Arte, objetos, ficción, cuerpo: cuatro ensayos sobre estética. Biblos.
Shusterman, R. (2010). Performing Live: aesthetic alternatives for the ends of art. Cornell University Press.
Sodré, M. (2014). A ciência do comum: notas para o método comunicacional. Vozes.
Sodré, M. (2016). As estratégias sensíveis: afeto, mídia e política. Mauad X.
Zumthor, P. (2008). Performance, recepção, leitura. Cosac Naify.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Mário A. O. M. Rolim

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.
Proposta de Aviso de Direito Autoral Creative Commons
1. Proposta de Política para Periódicos de Acesso Livre
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution CC Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0, que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado.