Comunicación del riesgo e intersectorialidad en la gestión de cuencas hidrográficas en el contexto de la vulnerabilidad hidrosocial

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2238-2593.organicom.2026.244792

Palabras clave:

Comunicación del riesgo, Cuenca hidrográfica, Riesgo, Presas de relaves

Resumen

La gestión de una cuenca hidrográfica implica la organización institucional de los municipios que conforman esta unidad geográfica de gran relevancia para la resiliencia socioambiental. En un contexto global marcado por la crisis climática, el agotamiento de los recursos hídricos y las deficiencias en la comunicación durante situaciones de riesgo, este estudio presenta el escenario actual de la articulación intersectorial en la cuenca hidrográfica del río Santo Antônio, ubicada en el estado de Minas Gerais, Brasil. En esta cuenca se encuentra una de las mayores presas de relaves del país, la cual representa un riesgo potencial de colapso en una región caracterizada por una elevada vulnerabilidad hidrosocial.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Biografía del autor/a

  • Thiago Coelho, Universidade Federal de Minas Gerais

    Doutorando em Geografia pelo Programa de Pós-graduação em Geografia da Universidade Federal de Minas Gerais. Geógrafo, com atuação na gestão de riscos hidrogeológicos em Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS) do município de Contagem (MG), vinculado à Secretaria Municipal de Habitação.

Referencias

AGÊNCIA NACIONAL DE MINERAÇÃO – ANM. Relatório de segurança de barragens de mineração 2024. Brasília, DF: ANM, 2024.

BIRKMANN, J. Measuring Vulnerability to Natural Hazards: Towards Disaster Resilient Societies. 2. ed. Tokyo: United Nations University Press, 2013.

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF, 5 out. 1988. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 25 ago. 2026.

BRASIL. Lei nº 9.433, de 8 de janeiro de 1997. Institui a Política Nacional de Recursos Hídricos [...]. Brasília, DF, 9 jan. 1997. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9433.htm. Acesso em: 25 ago. 2026.

BRASIL. Lei nº 9.984, de 17 de julho de 2000. Dispõe sobre a criação da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) [...]. Brasília, DF, 18 jul. 2000. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9984.htm. Acesso em: 25 ago. 2026.

BRASIL. Lei nº 12.334, de 20 de setembro de 2010. Estabelece a Política Nacional de Segurança de Barragens [...]. Brasília, DF, 21 set. 2010. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12334.htm. Acesso em: 25 ago. 2026.

BRASIL. Lei nº 12.608, de 10 de abril de 2012. Institui a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil – SINPDEC [...]. Brasília, DF, 11 abr. 2012. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12608.htm. Acesso em: 25 ago. 2026.

BRASIL. Plano Plurianual 2024–2027: Programa 2318 – Gestão de Riscos e Desastres. Brasília, DF: Ministério das Cidades, 2024.

COELHO, T. D. F. Território do medo e fragilização das políticas ambientais frente ao avanço minerário em Minas Gerais: o caso da comunidade de Vargem da Lua em São Gonçalo do Rio Abaixo – MG. 2022. 155 f. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Programa de Pós-graduação em Geografia, Instituto de Geociências, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2022. Disponível em: https://hdl.handle.net/1843/53918. Acesso em: 25 ago. 2026.

COVELLO, V. T. Best Practices in Public Health Risk and Crisis Communication. Journal of Health Communication, [S. l.], v. 8, n. supl. 1, p. 5-8, 2003. DOI: 10.1080/713851971. Disponível em: https://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/713851971. Acesso em: 25 ago. 2026.

CUTTER, S. L.; BORUFF, B. J.; SHIRLEY, W. L. Social Vulnerability to Environmental Hazards. Social Science Quarterly, [S. l.], v. 84, n. 2, p. 242-261, 2003. DOI: 10.1111/1540-6237.8402002.

HAESBAERT, R. O mito da desterritorialização: do “fim dos territórios” à multiterritorialidade. 6. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA – IBGE. Censo demográfico 2022. IBGE, Rio de Janeiro, 2022. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/trabalho/22827-censo-demografico-2022.html. Acesso em: 21 jan. 2026.

INTERGOVERNMENTAL PANEL ON CLIMATE CHANGE – IPCC. Climate Change 2022: Impacts, Adaptation and Vulnerability. Cambridge: Cambridge University Press, 2022. Disponível em: https://www.ipcc.ch/report/ar6/wg2/. Acesso em: 21 jan. 2026.

LASCHEFSKI, K.; COSTA, H. S. M. Segregação social como externalização de conflitos ambientais: a elitização do meio ambiente na APA-Sul, Região Metropolitana de Belo Horizonte. Ambiente & Sociedade, v. 11, n. 2, p. 307-322, 2008. DOI: 10.1590/S1414-753X2008000200007. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1414-753X2008000200007. Acesso em: 25 ago. 2026.

MINAS GERAIS. Circunscrição Hidrográfica do Rio Santo Antônio – DO3. Belo Horizonte: IGAM, 2024.

ORGANISATION FOR ECONOMIC CO-OPERATION AND DEVELOPMENT – OECD. Handbook on Constructing Composite Indicators: Methodology and User Guide. Paris: OECD Publishing, 2008.

PLANO DE AÇÃO DE RECURSOS HÍDRICOS – PARH. Bacia do Rio Santo Antônio. Belo Horizonte: IGAM, 2010.

RENN, O. Risk Governance: Coping with Uncertainty in a Complex World. London: Routledge, 2008.

SLOVIC, P. The Perception of Risk. London: Routledge, 2000.

SWYNGEDOUW, Erik. Social Power and the Urbanization of Water: Flows of Power. Oxford: Oxford University Press, 2004.

UNITED NATIONS OFFICE FOR DISASTER RISK REDUCTION – UNDRR. Global Assessment Report on Disaster Risk Reduction. Geneva: United Nations, 2019.

Disponível em: https://www.undrr.org/publication/global-assessment-report-disaster-risk-reduction-2019. Acesso em: 21 jan. 2026.

VEYRET, Y. Os riscos: o homem como agressor e vítima do meio ambiente. Tradução de D. F. Cruz. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2007.

Publicado

2026-04-01

Cómo citar

COELHO, Thiago. Comunicación del riesgo e intersectorialidad en la gestión de cuencas hidrográficas en el contexto de la vulnerabilidad hidrosocial. Organicom, São Paulo, Brasil, v. 23, n. 50, p. 124–140, 2026. DOI: 10.11606/issn.2238-2593.organicom.2026.244792. Disponível em: https://revistas.usp.br/organicom/article/view/244792. Acesso em: 2 oct. 2026.