Silenciosos y catastróficos: los riesgos de la IA en el funcionamiento de los centros de datos y las centrales nucleares

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2238-2593.organicom.2026.244801

Palabras clave:

Inteligencia artificial, Gestión de riesgos, Infraestructura crítica, Energía nuclear, Comunicación de crisis

Resumen

Este estudio analiza la aparición de nuevos riesgos sociales y medioambientales derivados de la expansión de la Inteligencia Artificial (IA), centrándose en la infraestructura crítica necesaria para su funcionamiento: centros de datos y centrales nucleares. Mediante un enfoque cualitativo exploratorio, el texto aborda la necesidad de una comunicación de riesgos estratégica y proactiva, capaz de abordar amenazas de alto impacto y baja visibilidad. Se concluye que la alfabetización en materia de riesgos y la transparencia corporativa son fundamentales para mitigar posibles crisis catastróficas.

 

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Biografía del autor/a

  • Margareth Boarini, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

    Professora nos cursos de pós-graduação e cursos livres da Faculdade Cásper Libero. Doutora e estágio pós-doutoral em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e mestra em Comunicação Social pela Universidade Metodista de São Paulo. Autora de Dos humanos aos humanos digitais e os não humanos: a nova ordem social da coexistência (2024).

  • Tânia Maria de Oliveira Teixeira Pinto, Faculdade Cásper Líbero

    Vice-diretora e professora da Faculdade Cásper Libero. Pós-doutorado em Literatura Brasileira pela Universidade de São Paulo. Doutora em Literatura e Crítica Literária pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Mestre em Ciências da Comunicação (USP). Autora de Estética e história na crítica teatral brasileira (2025).

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Publicado

2026-04-01

Cómo citar

BOARINI, Margareth; DE OLIVEIRA TEIXEIRA PINTO, Tânia Maria. Silenciosos y catastróficos: los riesgos de la IA en el funcionamiento de los centros de datos y las centrales nucleares. Organicom, São Paulo, Brasil, v. 23, n. 50, p. 98–110, 2026. DOI: 10.11606/issn.2238-2593.organicom.2026.244801. Disponível em: https://revistas.usp.br/organicom/article/view/244801. Acesso em: 2 oct. 2026.