Fraturas na Excelência: o apagamento das ambiguidades das Relações Públicas

Autores

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2238-2593.organicom.2018.150470

Palavras-chave:

Teoria da excelência, Práticas abusivas, Relações Públicas críticas

Resumo

Partindo das críticas sociais acumuladas nas últimas décadas sobre práticas abusivas de relações públicas, este artigo reflete, amparado em uma ampla revisão de literatura, sobre os motivos pelos quais tais denúncias ocupam lugar periférico nos estudos acadêmicos da área. Aborda como o modelo paradigmático adotado pelo campo, a Excelência, limita estudos sobre práticas controversas devido a uma abordagem evolutiva funcional que atrela eficiência, complexidade e ética, minimizando tentativas de explorar os impactos das relações públicas na conformação do mundo contemporâneo.

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Biografia do Autor

  • Daniel Reis Silva, Universidade Federal de Santa Maria

    Professor adjunto do Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria, campus Frederico Westphalen (UFSM/FW).
    Doutor em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
    Mestre em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
    Pesquisador associado do Grupo de Pesquisa em Comunicação, Mobilização Social e Opinião Pública (Mobiliza/UFMG). Autor de Astroturfing: lógicas e dinâmicas de manifestações de públicos simulados (selo PPGCOM-UFMG).

Referências

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Publicado

29-11-2018

Como Citar

SILVA, Daniel Reis. Fraturas na Excelência: o apagamento das ambiguidades das Relações Públicas. Organicom, São Paulo, Brasil, v. 15, n. 29, p. 112–122, 2018. DOI: 10.11606/issn.2238-2593.organicom.2018.150470. Disponível em: https://revistas.usp.br/organicom/article/view/150470. Acesso em: 3 mar. 2026.