The content of landscape form [the limits of formalism]
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2359-5361.v0i14p9-42Resumo
Os valores contidos por trás da apreciação e da avaliação da paisagem podem trazer também a questão principal do paisagismo aqui, a base da arquitetura paisagística é colocada como um material bruto, transformado em design, base da qual poderão derivar prazeres e ou significado. Que tipo de material bruto, com que potencial e relevância, pode constituir na base do objeto. Na realidade, estrutura, espaço, e padrão constituem referências básicas “por si só”: a poética da forma e do espaço. Mas estas palavras podem ser utilizadas para justificar outros tipos de conceitos, de modo a possibilitar uma compreensão e uma aplicação justa dos processos ecológicos e das lembranças humanas, das suas individualidades e dos seus grupos, de hoje e de sempre. O modo que o designer imprime estes fatores e possibilita a evolução em um nível poético destes conceitos, individualmente ou em conjunto. De fato, nenhum trabalho alcançará a perfeição, pois, sempre é uma questão de difícil resolução. Atualmente, muitos arquitetos têm produzido projetos, cujos objetivos consideram tais princípios fundamentais. O trabalho de Hargreaves Associates, nos Estados Unidos e Georges Descombes e Dieter Kienast na Suíça, servem aqui, como primeiros estudos de caso. O projeto do arquiteto paisagista utiliza esses exemplos como referência e base para o fazer dos espaços. O arquiteto paisagista deve no presente realizar com previsões para um futuro social e com a construção inteligente, com um interesse estético, amalgamando as vozes do passado com o “agora”Downloads
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Publicado
2001-12-10
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Seção
Fundamentos
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Como Citar
Treib, M. (2001). The content of landscape form [the limits of formalism]. Paisagem E Ambiente, 14, 9-42. https://doi.org/10.11606/issn.2359-5361.v0i14p9-42