A aprendizagem teórico-vivencial: exploração de alguns limites e possibilidades

Autores

  • Mansa Japur USP; FFGLRP; Departamento de Psicologia e Educação
  • Sônia Regina Loureiro USP; FMRP; Departamento de Psiquiatria e Psicologia Médica
  • Maria Auxiliadora Campos USP; FMRP; Departamento de Psiquiatria e Psicologia Médica
  • Denise Bouttelet Munari USP; Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0103-863X1992000200006

Resumo

Esse estudo foi delineado com o objetivo de comparar a disponibilidade inicial de um grupo de alunos para uma proposta de aprendizagem teórico-vivencial com mudanças auto-observadas no final do processo. O grupo foi constituído por 12 alunos inscritos na disciplina "Dinâmica do Relacionamento Humano", oferecida em um Programa de Pós-Graduação para profissionais da Área de Saúde Mental. Os dados foram obtidos através de respostas dos participantes a questões abertas feitas no início e no final do processo do grupo, e foram tratadas pelo procedimento de análise categorial de conteúdo. Os resultados evidenciaram que a falta de disponibilidade inicial para a tarefa grupai não se constituiu em fator impeditivo de mudanças positivas posteriores, enquanto que a disponibilidade associada a necessidades pessoais de interação, constituiu-se em limite para o alcance desse tipo de proposta.

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Referências

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Publicado

1992-07-01

Edição

Seção

nd

Como Citar

Japur, M., Loureiro, S. R., Campos, M. A., & Munari, D. B. (1992). A aprendizagem teórico-vivencial: exploração de alguns limites e possibilidades. Paidéia (Ribeirão Preto), 2, 51-60. https://doi.org/10.1590/S0103-863X1992000200006