Reflexões sobre uma proposta de atendimento à crianças de zero a dois anos: avaliando procedimentos pedagógicos
DOI:
https://doi.org/10.1590/S0103-863X1996000100005Palavras-chave:
creche, educadora, praticas educativas, desenvolvimento infantilResumo
Este artigo teve como objetivo analisar as oportunidades de interação da criança pequena, nas creches públicas, situadas em uma cidade de porte médio no interior do estado de São Paulo. Foi elaborado um roteiro de entrevistas semi-estruturado dirigido à duas berçaristas que trabalham há mais de dez anos em duas creches, situadas em bairros distintos da cidade, com objetivo de conhecer a rotina de atividades com foco nas relações que as crianças estabelecem. Os dados foram analisados segundo uma abordagem qualitativa. Adotamos a relação pedagógica como eixo para identificar as ações educacionais que ocorrem ou poderiam ocorrer entre crianças e educadores. Os resultados mostram que é necessário rediscutir o conteúdo trabalhado junto às crianças, a forma como é ministrado e ainda considerar o perfil do profissional "berçarista" diante da rotina que se dá no cotidiano. São sugeridas reflexões sobre a estrutura e funcionamento do berçário em função da possibilidade de promoção do desenvolvimento infantil, neste contexto.Downloads
Referências
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Em relação à disponibilidade dos conteúdos, a Paidéia adota a Licença Creative Commons, CC-BY. Com essa licença é permitido copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato, bem como remixar, transformar, e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial, conferindo os devidos créditos autorais para à revista, fornecendo link para a licença e indicando se foram feitas alterações.
Reprodução parcial de outras publicações
Citações com mais de 500 palavras, reprodução de uma ou mais figuras, tabelas ou outras ilustrações devem ter permissão escrita do detentor dos direitos autorais do trabalho original para a reprodução especificada na revista Paidéia. A permissão deve ser endereçada ao autor do manuscrito submetido. Os direitos obtidos secundariamente não serão repassados em nenhuma circunstância.