Inteligência fluida: definição fatorial, cognitiva e neuropsicológica

Autores

  • Ricardo Primi Universidade São Francisco; LabAPE

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0103-863X2002000200005

Palavras-chave:

executivo central, memória de trabalho, raciocínio indutivo, avaliação da inteligência, neuropsicologia, neurociência cognitiva

Resumo

Este artigo pretende revisar o construto inteligência fluida (Gf) buscando ressaltar os pontos de convergência entre eles. Discute-se alguns estudos relevantes das abordagens psicométrica, cognitiva e da mais recente neurociência cognitiva. A tendência corrente é associar a inteligência fluida a pelo menos sete funções do executivo central, componente da memória de trabalho: (a) manutenção do nível de ativação das representações mentais, (b) coordenação de atividades mentais simultâneas, (c) monitoramento e supervisão das atividades mentais, (d) controle da atenção e atenção seletiva, (e) ativação de informações da memória de longo prazo e (e) redirecionamento de rotas ou flexibilidade adaptativa. Discute-se também como os testes de raciocínio indutivo com analogias geométricas representam este construto.

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Referências

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Publicado

2002-01-01

Como Citar

Primi, R. (2002). Inteligência fluida: definição fatorial, cognitiva e neuropsicológica . Paidéia (Ribeirão Preto), 12(23), 57-75. https://doi.org/10.1590/S0103-863X2002000200005